06 setembro 2009

Programa Música nos Hospitais estreia em Brasília na próxima quarta-feira .Por:Daniel Lima

Brasília - O programa Música nos Hospitais chega a Brasília. Na próxima quarta-feira (9), a Orquestra do Limiar se apresenta no Hospital de Base do Distrito Federal. Só este ano, 18 apresentações do grupo foram programadas com objetivo de humanizar um pouco mais o ambiente hospitalar entre médicos, pacientes, familiares, acompanhantes e todo tipo de colaboradores.A Orquestra do Limiar é regida pelo médico, maestro e compositor Samir Rahme e é formada por 12 jovens. Segundo Vera da Cunha Pasqualin, coordenadora da orquestra, desde 2004, quando ela surgiu, o trabalho está sendo ampliado. O programa, promovida pela Associação Paulista de Medicina em parceria com uma empresa farmecêutica multinacional e com apoio do Ministério da Cultura, começou em São Paulo e foi difundido para outros estados, chegando agora ao DF.Além da orquestra, o programa conta com uma quarteto que visita os pacientes que não podem acompanhar as apresentações no saguão dos hospitais por não ter condições de sair do leito. Nas mais de 60 apresentações realizadas em hospitais de São Paulo e do Rio de Janeiro, o programa já beneficiou cerca de 15 mil pessoas.O programa Música nos Hospitais segue a mesma linha do projeto Doutores da Alegria, que leva momentos de descontração aos hospitais por meio do palhaço, na “busca do enriquecimento da experiência humana".
“São momentos de levar um pouco mais de alegria e de esperança para o ambiente muito carregado de dor. É um momento de alívio e de abrir um pouco o canal da emoção para lidar com toda esse período difícil que as pessoas que estão nesse ambiente estão passando”, disse Vera Pasqualin.
Emocionada, ela narrou um episódio ocorrido neste ano no Hospital dos Servidores Públicos Municipal, em São Paulo, e que mostra a importância do programa na humanização do ambiente hospitalar. “Quando o quarteto do Limiar foi tocar em um dos andares de internação, tinha um paciente que havia acabado de voltar de uma cirurgia. Embora não pudesse falar, ele ficou emocionado por ter sido violinista. Foi um momento de comoção muito grande.”


Fonte : Agência Brasil

Por:Daniel Lima

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