26 agosto 2009

Previsão do Tempo e Almanaque - 26 de Agosto de 2009

Bom dia, meus amigos do Blog do Crato!
Hoje, dia 26 de Agosto de 2009, quarta-feira. Um dia quente. Por incrível que pareça, ontem tivemos à tarde e á noite "algo" que pareceu um chuvisco, mais precisamente, do tipo que chamamos de "neblina", mas não chegou sequer a molhar o solo. A previsão do tempo para hoje é de sol, com altas temperaturas, segundo informa o site Climatempo:


ALMANAQUE

Hoje, dia 26 de agosto, a Igreja Católica comemora o dia de São Zeferino

O papa Zeferino exerceu um dos pontificados mais longos da Igreja de Cristo, de 199 a 217. E os únicos dados de sua vida registrados declaram que: depois do papa Vitor, de origem africana, clero e povo elegeram para a cátedra de Pedro um romano, Zeferino, filho de um certo Abôndio. Zeferino foi o 14o papa a substituir são Pedro. Enfrentou um período difícil e tumultuado, com perseguições para os cristãos e de heresias entre eles próprios, que abalavam a Igreja mais do que os próprios martírios. As heresias residiam no desejo de alguns em elaborar só com dados filosóficos o nascimento, a vida e a morte de Jesus Cristo. A confusão era generalizada, uns negavam a divindade de Jesus Cristo, outros se apresentavam como a própria revelação do Espírito Santo, profetizando e pregando o fim do mundo. Mas o papa Zeferino, que não era teólogo, foi muito sensato e, amparado pelo poder do Espírito Santo, livrou-se dos hereges. Para isso uniu-se aos grandes sábios da época, como santo Irineu, Hipólito e Tertuliano, dando um fim ao tumulto e livrando os cristãos da mentira e dos rigorismos.

O papa Zeferino era dotado de inspiração e visão especial. Seu grande mérito foi ter valorizado a capacidade de Calisto, um pagão convertido e membro do clero romano, que depois foi seu sucessor. Ele determinou que Calisto organizasse cemitérios cristãos separados daqueles dos pagãos. Isso porque os cristãos não aceitavam cremar seus corpos e também queriam estar livres para tributarem o culto aos mártires. O papa Zeferino conseguiu que as nobres famílias cristãs, possuidoras de tumbas amplas e profundas, transferissem-nas para a Igreja. Assim, Calisto começou a fazer galerias subterrâneas ligando umas às outras e, nas laterais, foi abrindo túmulos para os cristãos e para os mártires. Todo esse complexo deu origem às catacumbas, mais tarde chamadas de catacumbas de Calisto. Esse foi o longo pontificado de Zeferino, encerrado pela intensificação às perseguições e pela proibição das atividades da Igreja, impostas pelo imperador Sétimo Severo. O papa são Zeferino foi martirizado junto com o bispo santo Irineu, em 217, e foi sepultado numa capela nas catacumbas que ele mandou construir em Roma, Itália.

NASCERAM NESTA DATA

* 1676 - Robert Walpole, primeiro-ministro britânico entre 1721 e 1742 (m. 1745).
* 1728 - Johann Heinrich Lambert, matemático alemão (m. 1777).
* 1743 - Antoine Lavoisier, químico francês (m. 1794)
* 1819 - Alberto de Saxe-Coburg-Gotha, marido e consorte da Rainha Vitória (m. 1861)
* 1839 - Alfredo César de Andrade, pintor português (m. 1915)
* 1845 - Mary Ann Nichols, primeira vítima confirmada de Jack o Estripador (m. 1888)
* 1873 - Lee De Forest, físico e inventor estado-unidense (m. 1961).
* 1880 - Guillaume Apollinaire, poeta e crítico de arte (m. 1918)
* 1904 - Christopher Isherwood, escritor britânico (m. 1986)
* 1906 - Albert Sabin, cientista polonês, naturalizado norte-americano (m. 1993).
* 1914 - Julio Cortázar, escritor argentino de origem belga (m. 1984).
* 1925 - Alain Peyrefitte, pensador, político e diplomata francês (m. 1999).
* 1932 - Nonato Buzar, cantor, compositor e produtor musical brasileiro.
* 1939 - Robert Waseige, treinador belga de futebol.
* 1943 - Dori Caymmi, músico brasileiro.
* 1957 - Cláudia Telles, cantora brasileira.
* 1958 - Zlatko Vujović, ex-futebolista croata.
* 1971
o Giuseppe Pancaro, ex-futebolista italiano.
o Thalía, atriz, cantora, escritora, locutora de rádio e empresária mexicana.
* 1978 - Pablo Horacio Guiñazú, futebolista argentino.
* 1979 - Cristian Mora, goleiro equatoriano.
* 1980 - Macaulay Culkin, ator norte-americano.
* 1983
o Félix Porteiro, piloto espanhol de corridas.
o Mattia Cassani, futebolista italiano.
* 1984 - Cícero Santos, futebolista brasileiro.
* 1986
o Davide Rigon, piloto italiano de corridas.
o Cassandra Ventura, ex-modelo e cantora norte-americana.
o Colin Kâzim-Richards, futebolista anglo-turco.
* 1989 - Francesca Benolli, ginasta italiana.
* 1992 - Yang Yilin, ginasta chinesa.

FALECERAM NESTA DATA

* 1723 - Antoni van Leeuwenhoek, microbiologista neerlandês (n. 1632)
* 1973 - Cagliostro, ocultista italiano.
* 1973 - Marques Rebelo, (Edi Dias da Cruz), escritor e jornalista brasileiro, da Academia (n. 1907).
* 1980 - Tex Avery, animador (n. 1908)
* 1988 - Carlos Paião, cantor, autor e compositor português.

FERIADOS E EVENTOS CÍVICOS:

* Dia da Namíbia - Evento local e nacional.
* Dia da Igualdade da Mulher - Evento internacional
* Dia da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão - Evento Internacional
* Dia da Independencia da Malásia - Evento local e Nacional
* Aniversário de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
* Aniversário da Sociedade Esportiva Palmeiras (1914).


HOJE NA HISTÓRIA

Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão

Inspirada na Revolução Americana (1776) e nas idéias filosóficas do Iluminismo, a Assembléia Nacional Constituinte da França revolucionária aprovou em 26 de agosto de 1789 e votou definitivamente a 2 de outubro a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, sintetizando em dezessete artigos e um preâmbulo dos ideais libertários e liberais da primeira fase da Revolução Francesa. Pela primeira vez são proclamados as liberdades e os direitos fundamentais do Homem (ou do homem moderno, o homem segundo a burguesia) de forma ecumênica, visando abarcar toda a humanidade. Ela foi reformulada no contexto do processo revolucionário numa segunda versão, de 1793. Serviu de inspiração para as constituições francesas de 1848 (Segunda República Francesa) e para a atual. Também foi a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos promulgada pela ONU.

História

Revolução Francesa Inspirada na Revolução Americana (1776) e nas idéias filosóficas do Iluminismo, a Assembléia Nacional Constituinte da França revolucionária aprovou em 26 de agosto de 1789 e votou definitivamente a 2 de outubro a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, sintetizando em dezessete artigos e um preâmbulo dos ideais libertários e liberais da primeira fase da Revolução Francesa. Pela primeira vez são proclamados as liberdades e os direitos fundamentais do Homem (ou do homem moderno, o homem segundo a burguesia) de forma ecumênica, visando abarcar toda a humanidade. Ela foi reformulada no contexto do processo revolucionário numa segunda versão, de 1793. Serviu de inspiração para as constituições francesas de 1848 (Segunda República Francesa) e para a atual. Também foi a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos promulgada pela ONU.



A Declaração do Homem e do Cidadão

Art.1.º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.

Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.

Art. 3.º O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Art. 4.º A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.

Art. 5.º A lei não proíbe senão as acções nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Art. 6.º A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Art. 7.º Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.

Art. 8.º A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Art. 9.º Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.

Art. 10.º Ninguém pode ser molestado por suas opiniões , incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.

Art. 11.º A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.

Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.

Art. 14.º Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a colecta, a cobrança e a duração.

Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.

Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indemnização.

Fontes: Climatempo, 10emtudo, Wikipedia, Edições paulinas, yahoo.com, Uol.com.br, O Povo.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Visite a página oficial do Blog do Crato - www.blogdocrato.com - Há 10 Anos, o Crato na Internet.