Em três oportunidades, li notícias da nossa imprensa que revelam a esperteza do típico brasileiro que adora aplicar a lei do Gérson, isto é “levar vantagens” em tudo, até nas mínimas coisas.
Na primeira, através de um dos jornais de Fortaleza, eu tomei conhecimento que um funcionário da antiga VARIG, ao receber as bagagens de um vôo cargueiro vindo do Recife, observou que no compartimento de cargas destinado ao transportes de animais havia um cão pastor alemão capa preta, morto. Avisou ao gerente que, imediatamente orientou aos seus subalternos, a retirar o animal transportado para um incinerador. Em seguida, mandou procurar pelos canis de Fortaleza um outro cão bem parecido com o que fora encontrado morto e colocado na jaula própria para transporte, aguardando o destinatário. Quando este, um conhecido professor do curso de veterinária, procurou pela sua encomenda teve uma desagradável surpresa. O animal que esperava era um cão morto para que fizesse alguns estudos sobre a causa da morte daquele animal de raça. A esperteza do gerente da VÁRIG deu errada, com prejuízos exclusivos ao professor de veterinária.
A outra notícia gabava um conhecido industrial cearense. Dizia que nos meados dos anos quarenta ele já era um vitorioso empresário, apesar de ainda jovem. Por causa da guerra, o país atravessava um grande racionamento de combustível. O empresário homenageado pela reportagem quase teve o namoro desfeito por ordens dos pais da moça, porque ia se encontrar com ela a bordo de um velho carro de praça. Uma esperteza do empresário para driblar o rígido racionamento de combustível imposto aos carros particulares. Como os carros de praça tinham direito a uma cota maior de gasolina, o empresário adquirira um desses carros e quase perdia a namorada.
A terceira esperteza foi noticiada pela Revista Veja, numa reportagem em que tecia “loas” ao segundo Presidente da República eleito em 1994, após a redemocratização do país. Entre as características e gostos pessoais do nosso Presidente eleito, estava a de que ele adorava goiabada cascão. Como os netos do nosso futuro Presidente, quando visitavam os avós, comiam toda a goiabada em estoque na geladeira dele, ele resolveu implantar um rígido controle: lambia na frente das crianças todas as barras de seu doce preferido. Fiquei pensando: ‘um sujeito desses é um egoísta, se faz isso com os netos, o que não fará com os assalariados do Brasil?’ Outros tipos de esperteza postos em prática por aquele nosso Presidente atingiu a toda população brasileira. E as conseqüências nós amargamos até hoje, entre tantas, as elevadas tarifas dos serviços públicos privatizados, a desregulamentação da economia e o achatamento salarial posto em prática pelo Presidente lambedor de goiabada.
Na primeira, através de um dos jornais de Fortaleza, eu tomei conhecimento que um funcionário da antiga VARIG, ao receber as bagagens de um vôo cargueiro vindo do Recife, observou que no compartimento de cargas destinado ao transportes de animais havia um cão pastor alemão capa preta, morto. Avisou ao gerente que, imediatamente orientou aos seus subalternos, a retirar o animal transportado para um incinerador. Em seguida, mandou procurar pelos canis de Fortaleza um outro cão bem parecido com o que fora encontrado morto e colocado na jaula própria para transporte, aguardando o destinatário. Quando este, um conhecido professor do curso de veterinária, procurou pela sua encomenda teve uma desagradável surpresa. O animal que esperava era um cão morto para que fizesse alguns estudos sobre a causa da morte daquele animal de raça. A esperteza do gerente da VÁRIG deu errada, com prejuízos exclusivos ao professor de veterinária.
A outra notícia gabava um conhecido industrial cearense. Dizia que nos meados dos anos quarenta ele já era um vitorioso empresário, apesar de ainda jovem. Por causa da guerra, o país atravessava um grande racionamento de combustível. O empresário homenageado pela reportagem quase teve o namoro desfeito por ordens dos pais da moça, porque ia se encontrar com ela a bordo de um velho carro de praça. Uma esperteza do empresário para driblar o rígido racionamento de combustível imposto aos carros particulares. Como os carros de praça tinham direito a uma cota maior de gasolina, o empresário adquirira um desses carros e quase perdia a namorada.
A terceira esperteza foi noticiada pela Revista Veja, numa reportagem em que tecia “loas” ao segundo Presidente da República eleito em 1994, após a redemocratização do país. Entre as características e gostos pessoais do nosso Presidente eleito, estava a de que ele adorava goiabada cascão. Como os netos do nosso futuro Presidente, quando visitavam os avós, comiam toda a goiabada em estoque na geladeira dele, ele resolveu implantar um rígido controle: lambia na frente das crianças todas as barras de seu doce preferido. Fiquei pensando: ‘um sujeito desses é um egoísta, se faz isso com os netos, o que não fará com os assalariados do Brasil?’ Outros tipos de esperteza postos em prática por aquele nosso Presidente atingiu a toda população brasileira. E as conseqüências nós amargamos até hoje, entre tantas, as elevadas tarifas dos serviços públicos privatizados, a desregulamentação da economia e o achatamento salarial posto em prática pelo Presidente lambedor de goiabada.






4 comentários:
ahaahahaahahahah
Essa do cachorro morto é mesmo impagável!
Abraços
Olá Carlos
essa aqui de esperteza tambem mata de chapéu. Um grande político de Itapipoca (Dr. Perilo Teixseira) queria fazer uma grande rede para transportar agua do açude das naçoes para a cidade de Itapipoca-CE. Como o investimento era alto e precisava de muito canos, soube que na Cagece havia um estoque enorme e estava guardado há algum tempo. O velho político nao contou pipoca, foi ao governador (Virgilio Távora) e solicitou algumas varas de cano que estavam furadas. O velho governador na sua multi ocupaçao, nao querendo perder tempo, ordenou que ele poderia levar todos os canos que estivesem furados. Ora veja, só a raposa levou todo o estoque da cagece. Quando o lgovernador soube imediatamsente telefonou para o Dr. Perilo o que este respondeu de pronto. "ora sr. governador o sr. ja viu cano tapado.
Abraços do primo
Jair Pinhseiro Rolim
Jair, essa aí tmbém é impagável, eheheheheheheheheh
Carlos Esmeraldo.
Essa do cachorro foi demais.
Parabens.
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