30 abril 2009

Nação cariri - por A. Morais

Nos últimos dias, temos visto nos meios de comunicações, blogs, jornais e rádios da região, comentaristas, cronistas, jornalistas e escritores expondo as suas manifestações a respeito da tão falada Região Metropolitana do Cariri. Alguns fazem consideração com relação as desvantagens que o Crato tem levado nos últimos tempos diante das demais cidades, em especial Juazeiro do Norte. È preciso entender que: O investimento privado é definido pelo mercado: Juazeiro leva vantagem porque tem melhor mercado. O investimento publico quem define é a politica: Juazeiro leva vantagem porque tem maior peso politico, afinal de contas, tem mais de duas vezes o contingente eleitoral do Crato. Esse problema é mais antigo do que se pensa. A culpa não é dos de hoje. Nem dos políticos nem do povo. A Região Metropolitana do Cariri é fato sem volta, mais cedo ou mais tarde vai acontecer. As distancias entre as cidades são mínimas e os benefícios instalados em qualquer uma delas não descriminam a naturalidade. É verdade, quando não se tem o nome ligado ao Crato nos últimos 200 anos fica mais fácil saber que milhares de cratenses trabalham em Juazeiro, Barbalha e vice versa. Fica facil também saber quantos dos que tem o nome ligado aos mesmos 200 anos de Crato, vivem na Praça Siqueira Campos sem dar um prego numa broa, vivendo de uma tradição que não resistiu a evolução dos tempos. Tudo muda sobre a terra, até a Diocese que não permitia que se pronunciasse o nome Padre Cicero em suas emissoras de Radio, hoje em dia está mais presente em Juazeiro do que no Crato, sua sede.
Por A. Morais

21 comentários:

  1. Prezado amigo Antonio Morais

    Aceite meus cumprimentos por sua análise lúcida e correta. Concordo com tudo o que você citou neste seu texto muito bem elaborado. Só que, no meu comentário anterior, eu citei que é fácil falar de "barrismo" quando não se tem o nome preso há mais de duzentos anos ao Crato, numa referência até mesmo pessoal, pois acredito que mesmo com uma Região Metropolitana, o Crato não melhorará como cidade e nada ganhará com isso se não formar também um pêso político. O que não acontecerá se continuar a ter uma fraca ou nenhuma representação política no âmbito estadual e federal. Acho que benefícios que poderiam ter vindos para o Crato foram desviados para Barbalha, como a Faculdade de Medicina, entre tantos outros, por exclusiva falta de pêso politico do Crato.

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  2. Caro Morais:



    Recebi e li – com indizível agrado – o seu e-mail onde sugeria-me acessar o Blog do Crato para ver sua postagem “Nação Cariri”.

    Fiz como pediu. Há tempos não lia aquele importante blog, verdadeiro fórum democrático de debate das cousas do Cariri. Aproveitei a oportunidade e li, também, outras postagens. Surpreendi-me com alguns posicionamentos lúcidos e corajosos do Dihelson.

    Não me furto a registrar minha opinião. Achei seu escrito “Nação Cariri” um dos mais lúcidos entre tantos os postados nos últimos dias naquele blog. Parabenizo-o pela coragem de contrariar opiniões fora da realidade emitidas pelos que estão ausentes do Cariri há 4 décadas e ainda olham o Crajubar pela ótica de 40 anos atrás. Ora, aquela realidade não existe mais. Só os que residem aqui percebem as mudanças.

    Considero, como você, que é irreversível a consolidação da conurbação Crajubar.

    Como não tenho mais acesso no querido Blog do Crato autorizo você a transcrever este e-mail nos comentários da sua matéria.

    Conte sempre com minha amizade e consideração.

    Com elevado apreço,

    Armando Lopes Rafael

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  3. Em tempo Morais
    Trabalhei quinze anos em Juazeiro, como engenheiro da Coelce e como professor da extinta Faculdade de Engenharia de Operação. Sou testemunha da força de trabalho do povo juazeirense e naquela cidade grangeei inúmeros amigos.

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  4. A Diocese é uma das poucas coisas que eu pessoalmente concordo que deveria estar em Juazeiro. Sendo Juazeiro uma cidade que começou, cresceu e se mantém da exploração religiosa, nada mais natural do que a Diocese ser lá. Sei que a Igreja católica odiava o Padre Cícero até certo tempo, quando ele não dava lucros, mas vendo o Juazeiro de Hoje, em que a própria Igreja que uma vez queria excomungar Padre Cícero e hoje quer canonizar, essa igreja deve ir para Juazeiro. Talvez isso combine mais com o perfil daquela cidade, e deixaria o crato até mais leve...

    Eu gostaria que muitas empresas se instalassem no Crato, desde que essas não poluíssem o ambiente. COmo Barbalha que levou a pior, uma única fábrica que se istalou lá, hoje polui a cidade de modo que ela amanhece com um nevoeiro de poluição. Colunas de fumaça vão até as núvens. Pobre Barbalha, que agora quer se livrar desse tormento e não consegue. Há muitos casos de problemas respiratórios na cidade inteira por causa dessa fábrica.

    Que "benesses" deste tipo fiquem bem longe do Crato. Esse tip de progresso é melhor deixar para Juazeiro mesmo. Eu prefiro um Crato organizado e limpo, prédios históricos preservados, turismo ecológico, cultura, cidade de primeiro mundo. A lama, fumaça e a fedentina quem quiser que mantenha para sua outra cidade, como já é hoje.

    Dihelson Mendonça

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  5. 1) A Região Metropolitana do Cariri, centrada em Juazeiro, é algo irreversível, por uma simples razão: é uma decisão política, já tomada (devido à nossa alienação, ao nosso conformismo,à nossa falta de força política);
    2) Em um nosso comentário anterior afirmamos, peremptoriamente, que o declínio do Crato não é de hoje, começou lá atrás, há pelo menos 40 anos;
    3) Os agentes econômicos só se instalam onde lhes sejam oferecidos incentivos, infra-estrutura, facilidades;
    4) Que as distâncias entre as cidades são mínimas, todos nós sabemos; aqora, quanto aos benefícios da atividade econômica espraiarem-se por toda a Região, é pura balela, conversa prá boi dormir (basta ver o cipoal de números que disponibilizados numa outra postagem, onde se observa que a Prefeitura de Juazeiro arrecada, em diversos ítens, valores que ultrapassam mais que o dobro do que arrecadamos);
    5) Que os cratenses não tenham a menor dúvida: também a Diocese, num futuro não muito distante, deverá transferir-se de mala e cuia prá Juazeiro, não fora o bispo do Crato uma figura eminentemente política (e, parece, com aspirações pessoais que passam pela politica). A propósito e só prá ilustrar: alguém aí lembra que o tal Padre Murilo Barreto, em algum momento da história, teve seu nome cogitado à Prefeitura de Juazeiro pelo relevantes serviços prestados aos politicos da terra ???
    6) Quanto à predileção da Igreja por aqueles que detém o vil metal, como afirma o Morais, desnecessário reafirmar, a fim de não reacender a polêmica.
    7) Como falar em "cultura" para o Crato se entregamos de bandeja, de mão beijada, um campus como o da UFC para uma cidade sem a mínima tradição em tal mister ???
    8) Prédios históricos preservados, movimentam a economia de alguma forma ???

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  6. Concordo com o autor do texto.
    Agora, muitas coisas dependem da perspectiva que olhamos.
    Do pouco que eu conheço dessa realidade local o que eu não vejo é quase nunca o pessoal do Juazeiro do Norte que eu tenho contato, falar do Crato, nem positivamente, nem negativamente.

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  7. Pessoa desatualizada este José Nilton Saraiva.
    Maior pólo urbano, populacional, comercial e industrial do Nordeste central do Brasil, Juazeiro do Norte, no Vale do Cariri, é também o principal centro universitário do interior do Ceará.
    Dispondo de campi da Universidade Federal do Ceará, da estadual Universidade Regional do Cariri e de centros universitários em formação, conta com 50 Faculdades e mais de 20 mil estudantes de nível superior.
    Estimulados pelas instituições e seus professores, com abertura e valorização de espaços criativos ao debate e à integração social, eles animam, promovem e enriquecem a vida cultural da cidade e do JUABC, núcleo metropolitano formado pelo triângulo caririense Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha.
    Desenvolvimento do ensino universitário em Juazeiro tem apresentado, nos últimos dez anos, o ritmo mais acelerado em todo o Nordeste brasileiro, oferecendo oportunidades de formação acadêmica de qualidade nas mais diversas especialidades profissionais.
    Consequentemente, além de concentrar as atenções e os interesses de mais de 1 milhão de habitantes do Cariri, vem atraindo, anualmente, mais e mais estudantes de regiões do centro-sul do Ceará, noroeste de Pernambuco, alto sertão da Paraíba e sudoeste do Piauí, que formam o Nordeste central.
    Graças a elevados investimentos de iniciativa privada, a educação universitária está transformando, fortalecendo e modernizando a Metrópole do Cariri, com impactos extremamente positivos na economia, na cultura, no turismo, na conscientização do povo, na mobilização social e na busca de soluções para as questões mais inquietantes dos seus quase 300 mil habitantes.
    Principalmente, fomentando e dinamizando a efervescência cultural da comunidade local e regional. Como Juazeiro do Norte é pólo de convergência do Nordeste central, posicionando-se como um dos 73 mesopólos econômicos do Brasil, dinâmico e competitivo, suas escolas universitárias têm tido uma preocupação permanente com a qualidade do ensino, procurando formar doutores empreendedores e profissionais de verdade opara ao mercado cada vez mais exigente.
    Destaca-se nesse cenário de vibrante progresso educacional e cultural, a Faculdade de Medicina de Juazeiro, inaugurada em 25 de outubro de 2000, pioneira no ensino médico privado no interior do Nordeste.
    Mantida pela Sociedade de Ensino Superior do Ceará, adota como missão formar médicos generalistas e humanistas, com ampla visão da saúde no País e especialmente voltados para a saúde da família. Conta com o Hospital Universitário Santo Inácio para aulas práticas em clínicas e cirurgias e seu hospital-escola é aberto ao atendimento à população carente da cidade.
    Ocupando área de 60 mil metros quadrados e equipada com modernos laboratórios, é considerada uma das melhores do Nordeste e uma referência nacional. Por isso, tem atraído estudantes de várias partes do Brasil.

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  8. "8) Prédios históricos preservados, movimentam a economia de alguma forma ???"

    Caro José

    Tem cidades no mundo cujas economias dependem principalmente do turismo de qualidade, que procura por uma história e cultura interessante e bem preservada e da qual a memória mais evidente e agradável aos sentidos é muitas vezes a sua arquitetura, que serve como cartão postal ou – se preferir – “capa do livro”.

    Concordo que “prédios históricos preservados” não chegam - por si só - para apresentar uma história e cultura interessante e movimentar a economia de uma cidade, assim como uma elegante e nostálgica “capa de livro” não chega para satisfazer o leitor mais exigente. A capa agradável tem o papel de chamar a atenção para o conteúdo mas este deverá corresponder às expectativas oferecidas na capa. Por isso, museus e acervos bem organizados e conservados, teatros, cinemas, hotéis, varejo, cafés, restaurantes e bares de qualidade são também vitais para atrair o turismo de qualidade.

    Infelizmente para o Crato, uma cidade com muitas histórias e personagens interessantes para contar, o descaso pelo patrimônio arquitetônico foi devastador ao longo de muitos anos. Destruiu-se muito de bom e construiu-se pouco de bom e muito do pouco que ainda há de bom está decadente ou escondido atrás de horríveis caixas e placas de propaganda.

    Vejo o Crato como um manuscrito ainda por publicar, com um enorme potencial para oferecer um ótimo conteúdo histórico e cultural, que ainda tem de ser muito trabalhado e editado para oferecer uma leitura realmente interessante a quem o visita. Apesar das enormes dificuldades e investimento necessário, ainda me parece que a questão do conteúdo é mais fácil de resolver do que a questão da capa. Com o patrimônio histórico-arquitetônico tão devastado, o desafio para criar uma capa que faça justiça ao conteúdo e que atraia turistas e investimento privado fica muito difícil. Ou pelo menos, assim me parece.

    Uma pena, particularmente se considerar ainda o patrimônio ambiental da cidade e concordar que a instalação de indústrias no Crato não seria a opção mais interessante para o seu desenvolvimento econômico.

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  9. Prezado amigo Armando Rafael,

    Apreciei bastante as suas considerações no comentário, não só pelos elogios aos nossos posicionamentos, que já nos deixaria envaidecidos, mas também porque fiquei surprêso com a sua concordância com a visão de que temos que pensar em termos de Cariri como um todo. Somos uma nação! Evidentemente que temos amor ao Crato e desejamos o seu crescimento, isso nem vem ao caso, pois isso é o prato do dia.

    Mas para nós que vivemos aqui, que moramos no Cariri, já deu pra sentir desde muito tempo, que hoje, meu amigo, nós estamos noutra realidade muito mais ampla. Não se pode conceber mais o Crato separado de Juazeiro, nem Juazeiro separado de Barbalha.

    No momento em que essas universidades que estão vindo se instalar aqui no Crato, a Católica, o Campus da UFC e o Centro de Convenções ali no mesmo local e for passada a avenida que dará acesso à Barbalha...Acabou, meu caro! Crajubar será uma realidade. Porque o trecho entre a avenida Padre Cícero e a nova Avenida, será um bairro.

    Hoje já se configura que o centro comercial da Zona Metropolitana do Cariri é naquele pedaço de terra entre Crato e Juazeiro. Para ali estão migrando as empresas que estavam no centro atual de juazeiro. A Rabelo, A Zenir, o Atacadão, vem aí o supermecado EXTRA, o Pão de Açúcar, e tudo ficará concentrado naquelas imediações, porque os próprios comerciantes sabem que não adianta colocar um EXTRA lá no centro de juazeiro nem no Crato para não perder clientes das 3 cidades.

    Pode até haver lojas Americanas e São Luiz que atendam aos bairros, como existe em qualquer metrópole, mas certos empreendimentos grandes como o EXTRA só deve ter um por enquanto. Veja Fortaleza, todo mundo sabe aonde fica o "Extra".

    Então é isso, o progresso do Cariri é inevitável. Foi muito oportuno o editorial do Jornal Diário do Nordeste, quando ele diz que as 3 cidades tem desenvolvido, infelizmente essa não é a realidade de por exemplo, Missão Velha, nem Milagres, que em relação a Crato e Juazeiro, estão 50 anos lá atrás na poeira...

    Eu vejo com muito otimismo o progresso da nossa região. E ainda temos que ver se vai ter petróleo mesmo, porque se tiver, o salto de desenvolvimento será gigantesco, até os gigantes empresariais viriam para cá, e Fortaleza seria transformada em um porto de saída de petróleo do Cariri.

    O que precisamos é garantir a qualidade de vida da população: Mais segurança, mais moradia, mais saúde, mais cultura e mais renda.

    Antes de ser Cratense, eu sou um cidadão do mundo, e esse universalismo vem comigo desde sempre.

    Abraços,

    Dihelson Mendonça

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  10. Ilustre Dihelson,

    Parece que você, ó cara, está totalmente "desatualizado", absolutamente "por fora" do que acontece por aí, às suas barbas.
    Pelo menos é o que se pode deduzir das palavas do senhor José Roberto (juazeirense, pois não ?), de que não tem mais esse papo de CRAJUBAR prá caracterizar o triângulo; agora (e todos devem embarcar nessa canoa), o que existe mesmo é a JUABC (como é que fica mesmo a ridícula pronúncia ???).
    Quer dizer, aqui, sim, o bairrismo é tão explícito que a abreviatura do Crato (CRA), que compunha a parte primeira da tradicional sigla caracterizadora do triângulo, agora foi removida, deslocada ou rebaixada lá para a "rabeira" e só com um mísero "C" (sugerimos, até, que se use um "c" minúsculo, prá demonstrar todo o desprezo - JUABc).
    No mais, só temos a agradecer, sinceramente, ao senhor José Roberto, por referendar e concordar com tudo que dissemos e com os números oficiais que expomos aqui, demonstradores de que não existe essa utupia de Nação Cariri mas, sim, um só pólo, uma só área beneficiada e que passou a perna nos coitados dos vizinhos.
    Afinal, ele sabe, por exemplo, mas se faz de desentendido prá passar melhor, que o campus da UFC, originalmente previsto prá ser instalado no Crato, foi "desviado" desonestamente para Juazeiro, em razão de espúrios acordos políticos firmados na calada da noite (muitos dos cratenses também sabem disso e, inclusive, à época redigiram irados artigos a respeito, mas, hoje, por conveniência - ou seria covardia -se posicionam de modo a não criarem áreas de atrito com determinados figurões, saindo bem na foto). A diferença, pois, é que, ao contrário deles, nós sempre tivemos uma posição firmada a respeito e não estamos preocupados se em agradar A ou B; que fizeram sacanagem com o Crato, inexistem dúvidas, e por isso mereciam ser repudiados (persona non grata).
    Não nos preocupemos, entretanto, porque "eles" (juazeirenses) vão continuar a massagear o nosso ego, a encher a nossa bola, a nos dá toda corda possível, enquanto na surdina tramam contra.
    Alguém tem alguma dúvida ???

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  11. Caro Sr. Morais, sua analise dispensa quaisquer complementos. Sou uma pessoa quase historica no Joazeiro do Norte, fui da primeira turma do Senai 1970 -1971,diretor dessa unidade, era Dr. Evarardo Correa, nosso conterraneo, fui da primeira turma de Engenharia Operacional(primeiro e segundo lugar no vestibular eram do Crato), a maioria dos professores eram do Crato, ou moravam( Dr. Carlos sabe disso). No entanto, vejo que pela dimensao geografica desse municipio, alguns projetos de larga estrutura teriam que ser alocados na circunvizinhança. Torço por isso, porque acredito que haverá uma integraçao regional, uma conurbaçao, como diriam os geografos. Tomara que aconteça. Exemplo tenho,nao muito bom, dos municipios da serra Ibiapaba, esfarelados como um tiro de "doze"
    Abraços.
    Amarillo

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  12. Amigo Morais, parabéns pela matéria. Nesta, concordo com o amigo.

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  13. Morais,

    Essa espingarda com que você atira, Nêgo Véio, só dá tiro certeiro. Vôte!
    O tópico já é sucesso!

    Abraços, e até logo mais.

    Dihelson Mendonça

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  14. Prezado José Nilton Mariano,

    Eu luto pelo CRAJUBAR. Esse tal de JUABC é uma coisa que não tem nada a ver...

    Abraços,

    Dihelson Mendonça

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  15. Mas, Mariano, se você quiser ler os maiores absurdos, visite as duas comunidades do Orkut "Juazeiro é melhor do que Crato" e a outra "Crato é melhor do que Juazeiro". Lá, com certeza, você vai ter pano pras mangas e gente para discutir 24 horas sobre isso. Aliás, é até bom que você nos defenda ali...rs rs

    Abraços,

    DM

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  16. Meus caros amigos: Carlos Esmeraldo, Armando Rafael, Dihelson Mendonça, Jose Nilton, Darlan Reis, Jose Roberto, Tiago, Negrito, Antonio Correia.

    Inicialmente meus agradecimentos. O objetivo do meu texto está atingido, especialmente porque foi complementado com os comentarios abalisados , rasuados e contundentes dos amigos. O texto agora se compoe de uma sintese da conclusão da postagem e dos comentarios agregados. Quando lemos os comentarios concluimos que temos 80% de consenso e apenas 20% de dissenso, o que é mais do que normal. Uma coisa me chamou muito atenção: Nunca ouvir um juazeirense falar mal ou bem do Crato disse Darlan Reis. Essa é uma observação importante. Eu fui gerente de um Banco em Juazeiro durante 5 anos, convivi com muitos amigos e a lição que guardo comigo do Juazeiro é a Fé do seu povo no Padre Cicero e no trabalho. O Amigo Carlos Esmeraldo é um dos poucos Cratenses que tem a honra de ser cidadão Juazeirense, um reconhecimento do poder legislativo aos 15 anos de trabalho, na direção de uma grande empresa naquele municipio, o Armando Rafael, dedicou seu trabalho no BNB de Juazeiro por muito tempo, estou fazendo essas referencias para mostrar com experiências proprias que não haverá dificuldade de convivencia das tres cidades numa futura Região Metropolitana do Cariri. tenho certeza que as tres cidade unidas serão mais fortes do esfacedas.
    Deus abençoe a todos.
    A. Morais

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  17. Ilustre Dihelson,

    Se você luta pelo CRAJUBAR, é bom urgentemente avisar ao senhor José Roberto, que já "decretou", por cima de pau e pedra, que a partir de agora a coisa é JUABC (nós não temos nada a ver com essa coisa ridícula e despropositada).
    Com relação às citadas páginas do ORKUT, preferimos ignorá-las, por acreditar que não tenham nada a acrescentar (segundo o seu próprio depoimento, são veiculadoras de verdadeiras excrescências). Preferimos, pois, abordar coisas sérias, que estimulem um debate produtivo.

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  18. José Nilton Saraiva além de ultrapassado é uma pessoa ferina.
    Escrever “um tal de Padre Murilo” é desdenhar de uma das pessoas mais importantes entre as nascidas na região metropolitana do JUABC. Caluniar o bispo Dom Fernando dizendo que ele é político e tem pretensões políticas é insânia.

    Enquanto isso, na mais alta tribuna legislativa da República, o senador Mão Santa incluiu o seguinte texto em pronunciamento feito tempos atrás:

    O SR. PRESIDENTE (Mão Santa. PMDB-PI) “A Presidência se associa ao sentimento de pesar pelo falecimento do inesquecível Monsenhor Murilo de Sá Barreto, mas as cidades de Juazeiro, Crato e Barbalha são abençoadas por Deus.
    Padre Cícero era um político santo ou santo político e com a perda de Monsenhor Murilo, que nasceu em Barbalha, Deus compensou essa ausência com a presença de D. Fernando. Dom Fernando foi uma bênção de Deus ao Estado do Piauí. Quando governei o Estado, ele era Bispo de Floriano e Oeiras. O Cariri ganhou também um frade capuchinho, Frei Barbosa, que, à imagem de Francisco, o Santo, que também era capuchinho, e está em Juazeiro, transferido do Piauí, de minha cidade, Parnaíba. Minha mãe, Janete, era terceira franciscana. Então, Deus compensa a perda de Monsenhor Murilo e ali Frei Barbosa vai continuar a manter a tradição dos sentimentos da fé cristã do povo do Brasil”.

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  19. Meu Caro José Roberto,

    Essa Sigla que você está "Inventando" aí agora eu desconheço.

    Conheço sim, o CRAJUBAR, que é um movimento que já dura DÉCADAS de luta de todos os cidadãos do Cariri, inclusive para sua informação existe até o triângulo CRAJUBAR.

    Gostaria de saber de onde você tirou esse absurdo dessa sigla aí, se foi você que inventou ou se ouviu de mais alguém ?

    Dihelson Mendonça
    Defensor ativo da Região Metropolitana do CRAJUBAR

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  20. Só tenho uma coisa a dizer: aqui é uma terra muito boa. Eu que vim de longe, me sinto bem aqui.

    Além de ser muito bonita, a região é progressista. E o povo que apesar de sofrido, não se "cansa" como muitas vezes faz a "elite".

    O que falta é um atendimento melhor à população, com melhor transporte, por exemplo, e também um respeito aos trabalhadores que em alguns setores, são desrespeitados nos mínimos direitos trabalhistas. Mas isso não é exclusividade daqui.


    Quando a gente olha para esse pedaço de chão que é a região do Cariri, tem a certeza que o futuro é promissor.

    Se compararmos com outras regiões do Ceará ou de outros estados, a gente nota isso.
    O que precisamos e eu espero que haja força da população para isso, é que esse crescimento seja acompanhado de desenvolvimento social e todos possam ter uma vida melhor.

    Parabéns a vocês, caririenses!

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  21. Para acabar a confusão: A região logo, logo não será mais um triângulo e sim, um quadrilátero
    CRA - JU - BAR - PS

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