28 fevereiro 2009

Cai Índice de Mortalidade Infantil no Crato - Unicef esclarece Índices

O município do Crato conseguiu reduzir significativamente nos últimos anos a mortalidade infantil no município, graças a um trabalho integrado da saúde. Dados demonstram essa realidade, relacionada as doenças infecciosas e parasitárias como diarréias, pneumonias, principalmente, em crianças menores de um ano. O relatório da Secretaria de saúde demonstra que no período de 1990 a 2007, houve uma redução de 52% da mortalidade infantil. A taxa de mortalidade infantil nos últimos três anos foi de 16 óbitos em 2006, para cada 1000 nascidos vivos; 13 óbitos em 2007, para cada 1000 nascidos vivos, em 2008, foram 12 óbitos para cada 1000 nascidos vivos, de acordo com dados do Departamento de Epidemiologia da Secretaria de Saúde. O acompanhamento realizado pela Secretaria de Saúde, conforme a secretária Nizete Tavares, demonstra claramente que o município tem avançado sensivelmente nesse indicador, o que garante o alcance dos objetivos de desenvolvimento do milênio em nível nacional e mantêm-se abaixo do preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que são 20 óbitos para cada 1000 nascidos vivos.

Relatório do Unicef esclarece índices

O Unicef, por meio de carta de esclarecimento sobre os índices de mortalidade infantil, ressalta que tendo em vista a divulgação global do relatório da SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2009, o escritório do Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef), no Brasil esclarece que os valores apresentam nessa publicação ainda não contemplam os dados da rede Intergerencial de Informações (Ripsa), já utilizado pelo Unicef no Brasil como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no Brasil.

As diferentes metodologias utilizadas nos modelos estatísticos globais e em cada país para o cálculo de alguns indicadores apresentam resultados diferenciados. Em nível global, a mortalidade de crianças é calculada e ajustada anualmente por um grupo interagencial, constituído pelo Unicef, OMS, Banco Mundial e Divisões de População e de Estatística das Nações Unidades. Estimativas publicadas em edições consecutivas de diferentes relatórios não podem ser comparadas e usadas para a análise da mortalidade infantil ao longo do tempo, uma vez que estão sujeitas a constantes ajustes e revisões que, em muitos casos, alteram a série histórica. O relatório do Unicef demonstra que, no período de 1990 a 2007, houve uma redução de 62% da mortalidade da infância (menores de 5 anos) e de 59% da mortalidade infantil (menores de 1 ano) no Brasil. Os dados brasileiros, conforme a Ripsa, demonstram que a taxa de mortalidade em menores de 5 anos caiu de 50,6/1000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1000 nascidos vivos em 2007, com uma constante tendência de melhora. Em 2006 e 2007, a taxa caiu de 23,6 para 23,1. Já a taxa de mortalidade em menores de um ano caiu de 45,2/1000 nascidos vivos em 1991 para 19,3/1000 nascidos vivos em 2007, apresentando também uma tendência constante de melhora. Entre 2006 e 2007, a taxa caiu de 20,2 para 19,3.

Fonte: Website Oficial da PMC


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