xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 08/12/2008 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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08 dezembro 2008

Amor fati


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Sorriam todos vocês, efêmeros mortais,
eu nasci!
Foi num fugaz momento
Que este apraz rebento
se pôs aqui.
Por que os sorrisos?
Pra que os avisos!
Eu nasci e morri.

Morri quando não amei;
quando não chorei...
Morri ao não perdoar;
ao recusar um sorriso...
Morri quando cresci;
quando virei homem...
Morri ao ser você;
Ao perder a identidade...
Morri quando não quis voar;
quando me julguei terreno...

Chorem, insensatos homens!
Eu renasci com a morte!
Chorem bastante...
Porque neste instante
eu dou gargalhadas e,
sorrindo,
zombo da vida
que nunca tive.

Amor fati: amor ao destino

Crato-CE, 09 de fevereiro de 2008.
09h10min

Na foto, a princesinha Camila Bezerra - minha amiga virtual.

RUI BARBOSA - A FACE OCULTA (I)


Capítulo I

"O decreto de Rui foi assinado na calada da noite do dia 17 de janeiro. Os demais ministros só souberam de sua existência pelos jornais do dia seguinte. Obviamente explodiu uma crise ministerial. Era um escândalo de grandes proporções em qualquer tempo e em qualquer circunstância política. CONFERIAM-SE BENEFÍCIOS EXTRAORDINÁRIOS A PESSOAS ESCOLHIDAS SOLITARIAMENTE PELO MINISTRO DA FAZENDA, SEM SEQUER O PRESIDENTE DA REPÚBLICA TER SIDO CONSULTADO".

Vide livro "Os Cabeças de Planilha", de Luis Nassif
(aguardem o capítulo II)

José Nilton Mariano
Ilustrado por Dihelson Mendonça
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Um Presente para os Saudosistas...

Como o Blog do Crato tem se tornado um ponto de encontro de várias gerações de Cratenses, trago este pequeno presente para deleite de todos. Clique em cada foto para ampliar:

Deixa de Preguiça, e Clica na Foto para Ampliar !!!
Assim não dá pra ver nada!



Acima ( acho ), Rua Santos Dumont.

Acima: Segundo Amilton Som, é a Rua Dr. João Pessoa. É mesmo?

Acima: Praça Siqueira Campos.

Acima: ( Acho ) - Rua josé Carvalho.

Acima: Av. Duque de Caxias - olhando para o Museu Vicente Leite.


Acima: Rua Dr. João Pessoa.

Fotos cedidas por: Hugo Linard.
Clique em cada uma delas para ampliar.

Abraços,

Dihelson Mendonça

Herança de FHC


A Carta Capital desta semana traz matéria de Leandro Fortes com Sérgio de Souza Cirillo, o ex-assessor de segurança do Supremo Tribunal Federal que mantinha contatos com Hugo Chicarone – o lobista que tentou subornar o delegado da Polícia Federal. Segundo a matéria, antes de Mendes assumir a presidência do Supremo, em 23 de abril de 2008, a segurança dos Ministros e do Tribunal dependia da Coordenadoria de Segurança e Transportes, ligada à Diretoria Geral da casa. Mendes desfez à estrutura e criou a Secretaria de Segurança, diretamente subordinada à presidência. “Ou seja, criou seu próprio grupo de arapongas”, diz a matéria.
Seu conselheiro para a tarefa foi o general Alberto Cardoso, que comandou a ABIN (Agência Brasileira da Inteligência) no governo FHC. Cardoso indicou o coronel da reserva Gabriel Alonso Gonçalves, especialista em estratégias de segurança e inteligência militar, que assumiu um dia após a posse de Mendes. Três meses depois, contratou Cirillo, 23 dias depois de deflagrada a Satiagraha. A segurança do STF foi dividido em cinco departamentos, um dos quais o de Operações Especiais, incumbido de “monitoramento e varreduras eletrônicas” e embrião do futuro núcleo de inteligência planejado por Mendes. “Foi desse setor que vazou para a Veja o documento, datado de 14 de julho de 2008” com a suposta escuta ambiental. A demissão de Gonçalves e Cirillo, em agosto, aparentemente, relação direta com o tal relatório inconcluso do - Departamento sobre a suposta escuta ambiental no Supremo – que serviu de matéria prima para a campanha de Veja contra o “estado policial”.

Agora, Cirilo abre o jogo e informa que o repasse do relatório para a Veja foi combinado em uma reunião da qual participaram Gonçalves, o chefe de Operações Especiais, Ailton de Queiroz e o assessor de imprensa Renato Parente. A condição era a de não haver reprodução do documento, para não identificar os signatários .Veja não cumpriu o acordo. Publicou parte do documento, revelando apenas a assinatura de Aílton Carvalho de Queiroz, chefe da Seção de Operações Especiais. Foram suprimidas outras quatro assinaturas que constavam do documento original, porque uma delas era a de Gabriel Alonso Gonçalves, a fonte do vazamento. Ao depor na CPI, Queiroz demonstrou ter se agastado com o fato de ter sido o único nome divulgado pela revista. Entregou ao deputado Marcelo Itagiba o relatório original, com os demais nomes. E informou que havia apenas duas cópias do documento, a dele e a que ficou com a chefe de gabinete de Gilmar Mendes, Isabel Cristina Ferreira de Carvalho. Questionado sobre a origem do vazamento, admitiu que poderia ser da própria presidência do Supremo.

A conta acabou recaindo sobre Queiroz, que foi afastado do cargo, 45 dias depois da publicação da reportagem, assim como Cirillo. Segundo a matéria, indignado, Gonçalves exigiu uma audiência do Gilmar Mendes. No gabinete do presidente foi informado por Mendes de que não estaria sendo atencioso com as demandas dos demais ministros. “Agora percebo que o motivo pode ter sido a ligação de Chicarone com o Sagres”, contou Cirillo à reportagem. Se já sabia disso, porque a manifestação de surpresa de Gilmar com a menção ao fato na sentença do juiz, conclui a reportagem “O novo imbróglio a envolver o STF, o Instituto Sagres e Daniel Dantas poderá ajudar a Polícia Federal a sair do atoleiro em que se meteu desde setembro, quando começou a investigar o suposto grampo em Mendes. O presidente do inquérito, delegado William Morad, ouviu mais de cem pessoas, mas ainda não tem um único indício de que o crime tenha sido sequer cometido. No dia 19 de novembro, Morad ouviu o coronel Gonçalves. O depoimento do antigo auxiliar do ministro Mendes está sob sigilo. O próximo convocado deverá ser o coronel Cirillo".

Enviado por Wilton Soares e Silva - Dedê
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IMACULADA CONCEIÇÃO


Hoje, 8 de dezembro, é dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do bairro Parque Grangeiro, onde resido. Aliás, este lado das cidade de Crato tem duas capelas dedicadas à Virgem da Conceição. A outra foi construída por Monsenhor Montenegro e fica ao lado do Hotel Encosta da Serra, no bairro Grangeiro.
A Imaculada Conceição é devoção nacional unânime no Brasil! Não há neste país do Norte ao Sul, em que não haja uma capela dedicada à Senhora da Conceição. É a invocação mais usada para Maria no nosso país, que a tem como padroeira desde seus albores. Foi consolidada, posteriormente, quando o Brasil oficiou Nossa Senhora da Conceição Aparecida como sua padroeira.
Sabe-se que foi com o Rei D. João IV, da Ilustre Casa de Bragança, que foi instituído o estatuto de real religiosidade,de ser considerada Nossa Senhora da Conceição, como Padroeira de Portugal. A deliberação solene de tomar Nª Sª da Conceição como Padroeira de Portugal, teve lugar em 25 de Março de 1646. À medida que Portugal se consolidava e se expandia pelo mundo – com mais ênfase na sua colônia continental, o Brasil – a veneração e devoção à sua Senhora ia aumentando. No século XVII, o culto de Maria, no Mistério da sua Imaculada Conceição, fazia parte da cultura nacional.
No dia 8 de Dezembro de 1854, Pio IX, depois de ter consultado o episcopado do mundo inteiro, declarou solenemente, fazendo apelo à autoridade suprema do seu magistério: “A doutrina segundo a qual a Bem-aventurada Virgem Maria, no primeiro instante da sua conceição, foi por especial privilégio de Deus Omnipotente, com vista aos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, preservada imune de toda a mácula do pecado original, é revelada por Deus e deve por isso ser acreditada por todos os fieis, firmemente e com constância” (cf. Bula Ineffabilis Deus - 08-12-1854).Esta definição dogmática, nada acrescentou à fé e devoção do povo português, mas contribuiu, e muito, para as confirmar e robustecer.

Salve, pois, Nossa Senhora da Conceição...

O OUTRO LADO DA RUA

Muito diferente da outra margem do rio. Nos rios o caudal das águas pode representar uma dificuldade de trânsito entre uma margem e outra. No entanto, as margens são a unidade partida do mesmo terreno. O universo de um lado ou outro é o mesmo. Quando os rios são muito largos, quase um oceano, os animais e as plantas podem ter algumas diferenças, mas tendem, no geral, à mesma composição de vida e hábitos. No Ceará, então, os rios que secam somam as margens num mesmo território.

As ruas, no entanto, têm outro lado bem nítido. Muito cedo, vindo da zona rural, aprendi tamanha diferença. Na Rua Santos Dumont. No lado para o nascente me hospedava com freqüência e ali era o meu habitat. Conhecia todos os cômodos, a calçada e, o mais importante, as pessoas que nele viviam eram extensões de mim (ou era eu delas). Comíamos e dormíamos sob o mesmo teto, fazíamos nossas programações coletivamente e falávamos sobre nós mesmos. Os nossos sonhos eram semelhantes.

Já no outro lado da rua, assim evidenciava-se, a natureza era bem distinta. Outro território, outros sonhos, outros estilos, outras famílias. Não era o mesmo com os vizinhos do lado, pois esses estavam na mesma ligadura da calçada e, das janelas e portas, não os víamos. No outro lado da rua, no entanto, era outro visível, pessoas entrando e saindo, crianças na calçada com brincadeiras assemelhadas às nossas, mas assim observadas e não praticadas coletivamente, eram um tanto diferentes.

As entranhas do habitat no outro lado da rua eram vistas em penumbra. Por isso mesmo mais plenas de desconhecidos. E o mais curioso de tudo, o outro desaparecia no labirinto do outro lado da rua e só depois, muito depois, por vezes, chegavam com sua luz às pupilas dos olhos do lado de cá. Agora lembro: era a família de Antonio Aragão. Se, num pátio ou na sala de um colégio, na vizinhança do cinema ou na praça, se igualavam mais. No outro lado da rua eram mais nitidamente outros.

O outro lado da rua despertava o respeito pela independência da vida que levava, especialmente postas como imagens de nossas visões. O modo de tramar o arranjo de cada minuto demonstrava o senso de liberdade dos fatos vistos e incompatíveis de julgamento. Embora a língua ferina da vizinhança seja a chama do conflito diário, não foi aí que o senso se estabeleceu: o outro lado da rua tinha um modo tão próprio e diferente do lado de cá, que meu lado ficou muito maior do que seria caso o outro lado não existisse.

08 DE DEZEMBRO - DIA NACIONAL DA FAMILIA.

Por A. Morais

O Dia Nacional da Família tem o objetivo de recordar a todos que é a mais antiga e sólida sociedade existente na face da terra.
A família é a célula formadora do lar, aquele local onde cada um de nós é dono do seu lugar, é figura de importância e destaque no meio ambiente, o que não acontece nos lugares públicos, como rua, multidão etc. No meio da família, todo o individuo é bem recebido, bem tratado, inclusive recebendo cuidados com o seu bem-estar.
No seio da família, o importante é o calor humano, o amor paterno sempre voltando sua atenção aos problemas dos filho e a solução das mais difíceis tarefas. A mãe, no seio da família, renuncia as suas regalias, como rainha do lar, para beneficiar seus filhos, sem distinção.
Os filhos devem sempre reconhecer o sacrifício que os pais fazem para proporcionar o melhor padrão de vida que eles, seus pais, durante toda sua infância e mesmo na mocidade não tiveram oportunidade de receber.
Nada mais admirável que ver uma família unida: pai, mãe e filhos; essa união somente é possível quando ela é alicerçada sobre os princípios sólidos do amor, compreensão e dedicação. Toda e qualquer família seja pobre ou rica somente poderá transmitir segurança aos filhos quando ela tiver como base de formação, o respeito mutuo entre pai e mãe, pais e filhos e vice-versa.
Cabe aos jovens lutarem dentro do mundo moderno, contra os perigos que conspiram contra o lar, procurando minar os alicerces da família que ainda é a mais sólida sociedade existente em nossos dias. A verdadeira família começa com o casamento, que é consumado pelas leis civis e religiosas. Por meio dele é que se deve propagar a espécie humana. A base e a movimentação para o casamento é sem duvida o afeto existente, que na sociedade é mais conhecido como o amor.
O casamento não é uma simples relação entre marido e mulher a fim de legalizar um desejo do apetite sexual. É uma relação entre pais e filhos para perpetuar a espécie humana e fortalecer a vida social. Naturalmente há muitas exceções, que servem para confirmar a regra; casais que constantemente brigam por coisas sem a mínima importância, transformando o lar sem tranqüilidade onde o barulho substitui a paz, e em vez da existência do amor, há ódio e constante rivalidade.
Que Deus abençoe todas as famílias neste dia dedicado a esta obra da qual Joaquim e Santana, avós de Jesus Cristo, são precursores.


Desafiando...

Clique na foto para vê-la mais de perto

A foto mostra um evento das bandeirantes, guias e chefes de bandeirantes ocorrido em Crato, na década de... 60?
Era um encontro promovido pela Patrulha Paraguaçu (aquela da qual eu fazia parte).
Aconteceu na minha casa, na Irineu Pinheiro.
A fogueira era falsa. Por baixo, havia uma luminária para simular o fogo com a ajuda de papel celofane.
O tacho foi conseguido num engenho.
Alguns detalhes não aparecem na foto, tais como: uma oca, meio estilo americano (não havia jeito de fazer diferente com o espaço de que se dispunha).
Atrás das "índias" estilizadas, um pequeno girau com pratos de barro, mas que também não aparece na foto.
Tudo foi preparado com o intuito de criar um clima silvícola/silvestre, embora atrás das índias, houvesse o mapa do Brasil com a França bem à altura do coração...
A confraternização foi especial.
Mas... mas... mas... o que interessa é que sejam identificadas as "moçoilas bandeirantes" que constam na cena e também os "mocinhos" e "mocinhas" que se arvoraram a assistir a festa na escada da casa.
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Pensem, imaginem, escrevam.
Quem me achar ganha um queijo (falei queijo!).
Abraços e boa sorte...

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