16 agosto 2008

Localizar Família no Crato - Andreia D. N de Lima.

Boa noite Srs.,
Me chamo Andreia Francisca Nacimento de Lima, sou filha de Edmilsom de Lima, tenho 25 anos e resido em São Paulo. Venho através desta mensagem solicitar ajuda para localizar parte da minha família, que hj reside no Crato. Desejo localizar meus avós paternos: Mauro Villanova de Lima e Maria Firmina de Lima.
A bastante tempo tenho sofrido, pois além de não ter contato com meu meu pai biológico, não conheço meus avós, tios e primos. Conto com a ajuda de vcs e serei eternamente grata.
Att,
Andreia F. N. de Lima - cel. 11 9298 6625/ com. 11 3553 4954


DORIVAL CAYMMI :

O MAR JÁ NÃO É MAIS O MESMO


O cantor e compositor Dorival Caymmi morreu neste sábado (16), aos 94 anos, no Rio. Ele nasceu em Salvador, em 30 de abril de 1914, filho do funcionário público Durval Henrique Caymmi e de Aurelina Cândida Caymmi, conhecida por Dona Sinhá.

Luciana Whitaker/Folha Imagem
Música: o cantor e compositor Dorival Caymmi na praia do Leme, zona sul do Rio de Janeiro (RJ). (Rio de Janeiro, RJ, 09.04.1994. Foto de Luciana Whitaker/Folha Imagem. Negativo RJ 00698-1994)
Caymmi posa na praia do Leme; nascido em Salvador, ele vivia no Rio desde os anos 30

A família Caymmi sempre foi ligada à música, já que seu pai tocava violão, bandolim e piano, e sua mãe gostava de cantar. Além de Caymmi, o casal teve outros três filhos: Deraldo, Diná e Dinair.

Aos seis anos, o menino Caymmi começou a freqüentar a Escola de Belas Artes, no Colégio de Dona Adalgisa. Estudou depois no Colégio Batista e, em 1926, concluiu o curso primário no Colégio Olímpio Cruz, todos na capital baiana. No ano seguinte entrou para o então ginásio, mas abandonou a escola para trabalhar no jornal "O Imparcial". Quando o jornal fechou, em 1929, ele teve que trabalhar como vendedor.

Primeira composição

Em 1933, Caymmi começou a compor marchinhas e toadas, como "No sertão", sua primeira composição. Em 1934, ele começou a ter aulas de violão com seu pai e com seu tio Cici. Em 1935, passou num concurso para escrivão da coletora estadual, cargo para o qual nunca foi nomeado. Foi nesse mesmo ano que ele começou a cantar, quando foi junto de seu primo Zezinho à Rádio Clube da Bahia. Também em 1935, ele prestou o serviço militar.

Em 1937, Caymmi resolveu ir tentar a vida no Rio de Janeiro, viajando num Ita, um pequeno navio de passageiros. Ele queria estudar jornalismo e trabalhar com desenho na então capital do país. Ele chegou a publicar seus desenhos na revista "O Cruzeiro".

Stella Maris

Um amigo o apresentou ao diretor da Rádio Tupi, Teófilo de Barros Filho, que gostou muito da voz grave do jovem Caymmi e resolveu contratá-lo. Em 1939, conheceu num programa de calouros na Rádio Nacional a sua futura mulher, a cantora Stella Maris (cujo nome real é Adelaide Tostes), quando ela cantava "Último desejo", música de Noel Rosa.

Eles se casaram em 1940 e tiveram três filhos: Dinair (Nana), nascida em 1941, Dorival (Dori), nascido em 1943, e Danilo Cândido, nascido em 1948. Todos eles se tornaram grandes nomes da música popular brasileira. Em 1943, Caymmi perdeu sua mãe. Nesse mesmo ano, passou a freqüentar o curso de desenho na Escola de Belas Artes no Rio de Janeiro.

Em 1953, foi inaugurada em sua homenagem a praça Dorival Caymmi, em Itapuã, bairro soteropolitano. Dois anos mais tarde, mudou-se com a família para São Paulo, lá vivendo por cerca de um ano e depois retornou ao Rio. Caymmi tem seis netos, Stella Teresa, Denise Maria e João Gilberto (filhos de Nana), João Vítor (filho de Dori) e Juliana e Gabriel (filhos de Danilo).

Caymmi era amigo de outro baiano famoso: o escritor Jorge Amado, morto em 2001. Como eram parecidos fisicamente, os dois costumavam ser confundidos um com o outro por fãs.

Homenagens

Em 1968, ganhou do governo da Bahia uma casa na Praia de Ondina, em reconhecimento a sua importância para a cultura brasileira. Em 1972, foi agraciado no Palácio do Itamaraty (Brasília) com a comenda da Ordem do Rio Branco, em Grau de Oficial. Foi também agraciado com a comenda da Ordem do Mérito da Bahia.

Em 1984, recebeu, em comemoração de seus 70 anos, inúmeras homenagens, tais como: a edição de um CD duplo e de um álbum de desenhos patrocinado pela Funarte (Rio de Janeiro); a outorga da comenda da "Ordem das Artes e das Letras da França"; a outorga da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho (Brasília) e a outorga do título de doutor honoris causa da Universidade Federal da Bahia (Salvador). Em 1985, inaugurou a avenida Dorival Caymmi na capital baiana. Em 2001, com quase 90 anos, Caymmi voltou a compor para a televisão.


DA FOLHA ONLINE

Casa ABDORAL - 1927

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VINTE E SEIS LONGOS ANOS DE ATIVIDADES NO COMERCIO DE MIUDEZAS DO CRATO.

Naquele recuado ano de 1927 Abdoral Rodrigues Jamacarú, de parceria com o Sr. João Ranulfo Pequeno, instalavam no Crato uma pequena, porem promissora loja de variedades. Confiantes, trabalhadores, cônscios da alta responsabilidade que iriam, a partir daquela data, assumir, não medindo nenhum esforço, encararam a nova fase de vida que surgia, com verdadeiro espírito de luta, munidos de largas e profundas confianças num porvir compensador. Era a atual CASA ABDORAL que o comercio cratense recebia na época aludida e que viria, como aconteceu, engrossar as fileiras das mais sólidas firmas do comercio local.

Decorridos dois anos da sua fundação e sob um clima de verdadeira harmonia o Sr. João Ranulfo Pequeno apartou-se da sociedade, vindo como substituto imediato, o Sr. Jose Horacio Pequeno que permaneceu na sociedade durante dois anos. Desta data em diante o Senhor Abdoral Jamacaru enfrentou, sozinho, as lutas que o futuro reservava, munido do mesmo espírito de trabalho, e encorajado pela confiança na vitória dos seus esforços.

As dificuldades iniciais, os atropelos que comumente aparecem, não foram capazes de fazê-lo recuar um passo siquer nas lutas encetadas. Com um pequeno capital de 1.200.00( hum mil e duzentos cruzeiros) transformou a velha firma de 1927, na atual e bem sortida CASA ABDORAL, que se constitui, verdadeiramente, uma das mais conceituadas casas de variedades do comercio cratense.

Gozando de merecido e honroso credito e com um capital muitas vezes superior àqueles mil e duzentos cruzeiros com que iniciou as suas atividades, no comercio, ao lado dos dois sócios acima mencionados, vem o nosso amigo Abdoral desdobrando sempre e cada vez mais as suas arrojadas iniciativas, dotando, destarte, a sua velha e conceituada loja de miudezas, das características necessárias ao bom nome de uma firma.

Conceito, credito, amplo numero de fregueses, constituem as mais lisonjeiras características que envolvem, como uma aureola, o nome Abdoral Rodrigues Jamacarú no comercio varejista da PRINCESA DO CARIRI, fruto por excelência do esforço e do espírito de tenacidade que sempre norteou os passos desse arrojado cidadão.

Salve o centenário do Crato!

17.10.1953.

Jornal Folha da Semana.


Texto enviado por Antonio Alves de Morais.

Crato...

Faço saber que estou confeccionando um mine álbum com imagens do Crato, sob o título: “Crato, “quem já te viu, ó não te esqueces mais”. O mine álbum, é composto de 50 fotografias 10 x 15cm, mesclando imagens da cidade com outras colhidas em toda extensão do município. Funciona como um produto artesanal, uma lembrança muito adequada para dar como presente ou ser adquirido por turistas em visita à cidade.
A cidade parte urbana: Panorâmicas, praças, igrejas, ruas, museus, arquitetura, etc. E... a serra do Araripe, costumes e tradições do nosso povo, o folclore, artesanato, personalidades, comidas típicas, festas, religião, paisagens, etc., etc...
Venda sob encomenda.

Interessados passar email: pjamaca@bol.com.br ou, ligar para: 3521.0831


Foto: Pachelly J.
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