05 agosto 2008

Incêndio destrói casa da Floresta do Araripe

Crimes na Floresta

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A Casa da Floresta Nacional do Araripe teve as portas e parte do telhado incendiado. A gerência da Flona diz que o crime não compromete os trabalhos na região (Foto: Antônio Vicelmo)

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Compatibilizar as atividades econômicas verificadas na região com a conservação dos recursos naturais é um dos desafios a vencer na floresta

A Floresta Nacional do Araripe, no Cariri, dispõe de infra-estrutura precária, ficando vulnerável a atos criminosos

Crato. A casa de apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, localizada na área da Floresta Nacional do Araripe (Flona), foi incendiada parcialmente na tarde de domingo. O fogo queimou duas portas e parte da estrutura de madeira de sustentação do telhado. De acordo com levantamento feito pela Companhia de Polícia Ambiental do Estado do Ceará (CPMA), que esteve ontem no local, o objetivo era destruir a casa, que está localizada no Sítio Flores, a cerca de 20 quilômetros do município de Barbalha.

O cabo Ednilton, da Polícia Militar, informou que pessoas ainda não identificadas entraram pela janela da parte de trás da casa e utilizaram dois colchões de espuma e bacias de plásticos para atear fogo nas portas. A gerente da Flona, Verônica Figueiredo, considera que o incêndio foi criminoso. Porém, não foi roubado nada de dentro da casa. Pratos, talheres, copos e sobra de alimentos, que estavam guardados na cozinha, não foram mexidos pelos incendiários.

O incêndio está sendo atribuído a pecuaristas que, nesta época do ano, soltam gado na área da floresta. No ano passado, foi proibida a criação de gado na Flona. Este ano, a fiscalização foi intensificada com a aplicação de multas contra três pecuaristas da região, uma das quais no valor de R$ 10 mil. Verônica acredita que estes infratores estão revoltados com a proibição. A casa seria ocupada, esta semana, pelos brigadistas, grupo de agricultores contratado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que tem a missão de fiscalizar e combater os eventuais incêndios registrados na Floresta do Araripe.

Verônica denuncia que o ato criminoso é um protesto contra a fiscalização que está sendo feita na área. Na manhã de ontem, depois de visitar o imóvel incendiado, a gerente da Flona esteve na Delegacia de Polícia de Barbalha e na sede da Polícia Federal de Juazeiro do Norte, registrando os Boletins de Ocorrências. Ela afirma, contudo, que o incêndio não vai prejudicar o trabalho de fiscalização. “Os brigadistas serão instalados na casa, que necessitará de novas portas e reforma em parte do telhado”.

O incêndio em parte do imóvel na Flona evidencia um problema: a falta de estrutura. A Companhia de Polícia Ambiental dispõe apenas de uma viatura, em situação bastante precária, para atender a 72 municípios da região.

Prejuízo

Na semana passada, os ladrões destruíram um sistema de energia solar pertencente à Usina Manoel Costa Filho, de Barbalha, para roubar fios de cobre. O prejuízo, de acordo com o cabo Ednilton, é de cerca de R$ 30 mil.

A Flona fica situada em uma região onde as condições de clima e solo predispõem a desertificações. Já foi verificada na floresta uma redução da área de cobertura vegetal nativa, entre 1984 e 1990, atingindo 274.950km². Fica em um local onde a área antropizada (com interferência do homem) atinge 84%. Mesmo assim, o espaço natural tem uma importância relevante na manutenção do equilíbrio hidrológico, climático, ecológico e edáfico do complexo sedimentar da região do Araripe. Sobre o aspecto socioeconômico, para um Nordeste onde vivem mais de 40 milhões de habitantes, dos quais 30% em condições de pobreza e miséria, a Flona cumpre importante papel, fornecendo alimento, energia e plantas medicinais, além de atrair turistas.

Constitui ainda importante refúgio para a fauna regional, inclusive para espécies ameaçadas de extinção.

Tendo em vista o expressivo contingente humano que se desloca para as áreas adjacentes à floresta, devida ao extrativismo do pequi, o Núcleo de Educação Ambiental da Flona concebeu o projeto ABC da cidadania, para levar a mais de 400 pessoas, alfabetização, educação sanitária e educação ambiental. O projeto exige uma ação multidisciplinar e conta com parcerias interinstitucionais, para conciliar conservação e desenvolvimento.

ATRIBUIÇÕES

Instituto cumpre função ambiental

Crato. O Instituto Chico Mendes é uma autarquia com autonomia administrativa e financeira, responsável em propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as Unidades de Conservação (UCs) federais.

Antes, essas funções pertenciam ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permanecerá com a execução dos processos relativos a licenciamento ambiental, autorização e fiscalização.

De acordo com o texto aprovado pela Câmara Federal, parte das estruturas física e de pessoal do Ibama foi transferida para o Instituto Chico Mendes. Recursos orçamentários usados para tarefas da nova autarquia também foram repassados ao novo órgão.

A criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade foi anunciada pelo governo federal para “promover maior eficiência e eficácia na execução de ações da política nacional de unidades de conservação da natureza e proposição, implantação, gestão, proteção, fiscalização e monitoramento das unidades ambientais instituídas pela União.

Cabe ao Instituto fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade, de acordo com as diretrizes proferidas pelo Ministério do Meio Ambiente.

A idéia de um órgão específico para gestão das áreas protegidas é há muito tempo debatida e proposta por diferentes segmentos do ambientalismo. No entanto, a nova distribuição de funções gerou polêmica. No Cariri, por exemplo, foi desencadeada uma campanha contra a desativação do escritório do Ibama, que agora está restrito a fiscalização e controle das unidades de conservação, como é o caso da Floresta Nacional do Araripe (Flona).

No âmbito deste contexto de preservação, foi criada a Área de Proteção Ambiental do Araripe, pelo Decreto 148, de 4 de agosto de 1997, com uma área de 1.063.000 hectares, sendo 47% no Estado do Ceará (15 municípios), 36% no Estado do Pernambuco (12 municípios ) e 17% no Estado do Piauí (correspondente a 11 cidades).

Abrangência

No Ceará, os 15 municípios são Missão velha, Abaiara, Brejo Santo, Porteira, Jardim, Jati, Penaforte, Barbalha, Crato, Nova Olinda, Santana do Cariri, Araripe, Potengi, Campos Sales e Salitre. A área compreende quatro zonas fisiográficas e socioeconômicas bem definidas, contendo 38 municípios entre os Estados.

Entre as atribuições da Floresta do Araripe estão a de fomentar e proteger as matas existentes na Chapada, como também proteger as nascentes da área, conservar a fauna, além de promover facilidades de recreação pública e de combater incêndios florestais ocorridos na área.

ANTÔNIO VICELMO
Repórter


Mais informações:
Instituto Chico Mendes
Praça Joaquim Fernandes Teles, 10, bairro Pimenta, Centro, Crato (CE)
(88) 3523.1999

Matéria de Antonio Vicelmo para o Jornal Diário do Nordeste.
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Notícias da URCA - 05 de Agosto de 2008

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PROFESSORES DOS CURSOS DE ARTES VISUAIS E TEATRO SÃO NOMEADOS

As aulas, no Departamento de Artes, serão iniciadas na próxima segunda-feira

O reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), professor Plácido Cidade Nuvens, deu posse, no final da tarde de ontem, em seu gabinete, aos professores, aprovados em concurso público, Márcio Alessandro Nunes Rodrigues e João Dantas Filho. Os docentes assumirão disciplinas nos cursos do Departamento de Artes, em Barbalha. Os cursos recebem as primeiras turmas de Artes Visuais e Teatro e agora passam a contar no quadro docente com seis professores. O Departamento está implantado no prédio histórico do Casarão Hotel, que passou por algumas adaptações internas para receber as turmas. As aulas serão iniciadas no próximo dia 11, segunda-feira, a partir das 7h30.

Segundo o chefe de Departamento, professor Frederyck Sidou, o intuito é ajustar às aulas ao calendário acadêmico, que será adequado a partir do segundo semestre com os outros cursos da Universidade. Com os novos professores, ele afirma que estão garantidas as aulas até o segundo semestre letivo, mas admite a existência de mais duas vagas criadas, por meio de concurso, e com repercussão financeira, o que dá autonomia à administração da URCA de providenciar novo concurso para suprir essas carências, uma delas de um professor que pediu exoneração e o outro candidato não compareceu para todas as provas. Para Frederyck, o momento é de alegria e a URCA dá uma resposta à sociedade quanto ao funcionamento dos cursos de Artes Visuais e Teatro, num momento tão esperado pelos docentes e alunos.

Reunião no Departamento de Artes na próxima sexta-feira

O Departamento de Artes, através de seu chefe, professor Frederyck Sidou, convoca os alunos dos cursos de Artes da URCA para reunião que será realizada no próximo dia 08 de agosto, às 08 horas da manhã, no Casarão Hotel em Barbalha. Estarão presentes o Pró-Reitor de Graduação, professor João Luis do Nascimento Mota e o representante do Departamento de Ensino de Graduação (DEG). Na ocasião, serão abordados assuntos relacionados à estrutura e funcionamento da Universidade.


Assessoria de Comunicação
Universidade Regional do Cariri - URCA
(88) 3102-1212 ramal 2617
www.urca.br
Elizangela Santos (88) 9915.3450
e-mail: elizangelacariri@gmail.com
Crato, 05 de agosto de 2008.

Enviado pela Acessoria de Comunicação da Urca - Universidade Regional do Cariri.

Show "Canta Luiz" será dia 07 de Agosto, na URCA

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O show musical e poético Canta Luiz da cidade de Granito - PE ser apresentará no dia 07 de agosto ( quinta-feira), as 20 horas, no Salão de Atos da Universidade Regional do Cariri - URCA. O evento tem o apoio do Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho - IEC, vinculado a Pró-Reitoria de Extensão - Proex.

A entrada será gratuita.

Um pouco da História

É uma performance poética e musical de um grupo de amigos que canta a mais viva cultura popular nordestina, através da interpretação marcante das musicas de Luiz Gonzaga acompanhado pela Ópera Sertaneja, o abaio e pela poesia de Patativa do Assaré, interpretada pelo mais brilhante couve desse nobre poeta.

Projeto idealizado em 2006, pelo professor e diretor da Escola Nossa Senhora do Bom Conselho, Francisco Ferreira Santana, em Granito - PE, como uma proposta escolar de resgate e valorização à Cultura Nordestina, uma forma de reaproximar a comunidade a boa e genuína arte popular pelas vias de seus mais importantes cantadores.

O Canta Luiz é uma roupagem moderna que não descaracteriza a originalidade artística e histórica das composições. A interpretação singular desses artistas pernambucanos dão um toque refinado as canções e poesias já imortalizadas pelas suas interpretações originais. A junção da música de Luiz Gonzaga com a poesia popular de Patativa e o aboio forte do vaqueiro deu ao musical asas para voar além das fronteiras e projetar um novo olhar sobre a cultura popular nordestina, sem o pecado mercantilista da industrial cultural do forró.


Ficha técnica

Vocal:
Ana Paula Nogueira
Morgana Alves
Rafaela Queiroz
Damilton Souza

Aboio
Antonio Santana
Interprete de Patativa do Assaré ( Couver)
Romilson Cordeiro
Recital
Luciana Rodrigues
Violão
Damilton Souza
Sanfona

Direção Artística
Luciana Rodrigues
Direção Geral
Francisco Ferreira Santana

Contato:
Ana Paula 9235-7567 / Luciana Rodrigues (87)3880-1277
Enviado por: Alexandre Lucas

Poema "Rio Grangeiro" de J. Alves de Figueiredo - 1953.

Amigo Dihelson.

Veja o poema " Rio Granjeiro " de J. Alves de Figueiredo. Lamentavelmente toda aquela beleza se resume hoje ao canal poluído e sujo que atravessa nossa Crato hoje em dia.


RIO GRANJEIRO

Este Rio que passa aqui gemendo
E vem da serra envolto a mil cipós,
Anda a gemer desde que me entendo,
Desde que se entenderam os meus avós.

É um rio de amor que vem trazendo
O cristal que regala a todos nós,
Seu gemido, é segredo que eu desvendo,
Pois nele fala o Crato em terna voz.

Cantem outros o encanto de outros rios,
Como fez com o Tejo vate luso,
Que eu cantarei em doces murmurios.

Do Grangeiro esta voz que eu sempre acuso
Como um lamento, um canto de amavios,
Uma harmonia de deuses que eu traduzo!

J. Alves de Figueiredo.

publica Jornal Folha da Semana 17.10.1953.

Enviado por:
Antonio Alves de Morais

Documentários são produzidos pelos alunos do Projeto Verde Vida

O núcleo de audiovisual do Projeto Verde Vida através da Iniciativa Ações Culturais para Povos Rurais inicia a montagem de dois curtas-metragens.

Dois documentários começaram a ser finalizados pelos alunos do Projeto Verde Vida, através de incentivos da Petrobrás e Criança Esperança. A iniciativa Ações Culturais para Povos Rurais tem o objetivo de produzir, ao final, 10 curtas metragens realizados pelo núcleo de audiovisual do Projeto. Os primeiros curtas iniciaram o processo de montagem neste mês de agosto.

O documentário A Última Badalada, dirigido por Paloma Lopes e Allyson Leite e produzido por Karina Valdevino e Diogo Brasil conta a história de vida de Maria Ferreira da Silva conhecida pela comunidade de Ponta da Serra como Dona Maricô. Esta mulher que há mais de 25 anos anuncia, através do sino da igreja Matriz da Ponta da Serra, o falecimento de alguém e festas do padroeiro da comunidade.

“Este vídeo teve o intuito de mostrar à comunidade de Ponta da Serra quem realmente toca o sino da igreja Matriz. Pois, por aqui, muitos não sabem que Dona Maricô pratica tal ato com livre e espontânea vontade”, relata Paloma Lopes uma das diretoras do documentário. “Para cada ocasião as badaladas do sino tem um toque especifico”, complementa Allyson Leite.

O Curta Farinhada na Malhada é o segundo documentário que está em fase de edição. Este curta-metragem foi dirigido e produzido por Girlândia Vieira e Rosicleide Santos, ambas as alunas do núcleo de audiovisual do Projeto. A Farinhada acontece anualmente, em agosto, no Sítio Malhada localizado na Ponta da Serra, na Casa de Farinha da Associação Comunitária. A atividade já é uma tradição local e fonte de renda para os moradores da comunidade, todos os membros da associação estão diretamente envolvidos no trabalho da farinhada. O documentário evidencia o crescimento da produção de farinha da região do Cariri, além de destacar esta atividade econômica com sendo um elemento agregado dos membros da comunidade local.

“A importância de desenvolver este vídeo foi mostrar o resgate da cultura da farinha, expondo-a e valorizando-a através das atividades desenvolvidas pela comunidade do Sítio Malhada. Tive a intenção de mostrar que por aqui temos produtos de qualidade”, comenta Girlândia Vieira.

A primeira exibição pública

O documentário A Última Badalada terá sua primeira exibição na inauguração do Teatro Frei Beda que acontece este mês na sede do Projeto Verde Vida. Na ocasião, o evento contará com apresentação da Banda Catingueira, circo e dança. Este ano o Projeto Verde Vida agregou a iniciativa Ações Culturais para Povos Rurais, atendendo a mais de 200 crianças e adolescentes no distrito Ponta da Serra à 15km da cidade de Crato/CE. As atividades desenvolvidas no Projeto são oficinas de música, dança, artes plásticas, artesanato, audiovisual, idiomas, capoeira, arte circense e educação infantil.

Projeto Verde Vida

O Projeto Verde Vida existe desde 1994 e se tornou uma Organização não-governamental legalmente fundada em 1998, sob a iniciativa de Marcos António Xenofonte de Almeida que durante 10 anos desenvolveu trabalhos com crianças de rua em Recife. A idéia do Projeto Verde Vida surgiu através de observações do cotidiano das crianças do distrito da Ponta da Serra que até então se encontravam fora da sala de aula para trabalharem com os pais na roça ou permaneciam estudando, mas, com baixo rendimento escolar.

Hoje o Projeto tem o patrocínio da Petrobras Distribuidora, por meio de convênio realizado com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e do Criança Esperança, parceria da Rede Globo com a Unesco. Ao longo de seus 14 anos de existência, a ONG Verde Vida vem recebendo patrocínio da organização alemã Aktionskreis Pater Beda. Além de parceiros como a Prefeitura Municipal do Crato, o Serviço Social do Comércio (SESC) por meio de seu programa Mesa Brasil e da Associação Audiovisual do Crato (AAC).

Hosana Régia Quinderé
Assessoria de Comunicação
Projeto Verde Vida – Ponta da Serra – Crato-CE
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Carta do Leitor: Crato - Uma cidade apaixonante...

"Caro Dihelson, sou maranhense radicado no Pará há mais de 30 anos, residente na pacata cidade de Santa Luzia do Pará, distante 200 km de Belém. A população da minha cidade é composta em sua maioria por nordestinos, especialmente cearenses, que aqui se estabeleceram nas décadas de 60 e 70 nas devolutas terras da Amazônia às margens das rodovias federais construídas nessa época pelos governos militares com o intuito de 'desenvolver' essa região.
Como tenho muitos amigos cearenses ou descendentes que anualmente se deslocam daqui até sua terra natal para passear ou visitar parentes, sempre ouvi suas histórias sobre o Ceará e suas belezas, o que sempre me deixou curioso. Daí sempre recebi muitos convites para fazer essa viagem e em 2003, resolvi com amigos da região do Cariri conhecer a terra de Iracema, começando pela porta de entrada do estado e do Cariri, Campos Sales. Desde então frequento essa região religiosamente todos os anos nos meses de julho e dezembro.

Foi então que ano passado a convite de amigos de Campos Sales, fui convidado para conhecer a EXPOCRATO, pois já conhecia a fama de uma das mais importantes exposições do agro negócio cearense. Confesso, foi paixão à primeira vista, Crato realmente é uma cidade encantadora. Dona de um estilo único que mistura o moderno e o antigo com um povo dono de uma hospitalidade peculiar que encanta qualquer pessoa que pise nesta terra.

A partir de então não esquci mais do charme das ruas antigas do centro, da imponência dos seus prédios históricos, da badalação da Praça da Sé e da riqueza cultural da cidade.
De volta à minha terra comecei a pesquisar sobre esta cidade que fez eu me apaixonar cada vez mais pelo Ceará, foi aí que descobrir que Crato é a terra de D. Bárbara de Alencar, de Pe. Cícero, da família de Miguel Arraes e tantos outros brasileiros de biografias tão importantes para a história do país. Foi exatamente nessas pesquisas de buscas que descobri o Blog do Crato, desde então tornei-me leitor assíduo desse espaço que agrega informação, entretenimento e cultura num só lugar. Leio o blog diariamente pela manhã antes de ir para o trablho e a noite antes de dormir, sei que você já me viu on line muitas vezes no mural de bata-papo e através de alguns comentários que já postei.

Venho através deste, cumprimentar-lhe pelo excelente trabalho à frente deste veículo tão importante na vida dessa cidade. Meu nome é Reinaldo e moro na cidade de Santa Luzia do Pará - PA

Segue em anexo foto minha na terra de Frei Carlos.


Saudações paraenses...

Jose Reinaldo da Silva

Nota do Blog do Crato:

Concordo contigo, Reinaldo. O Crato é uma terra tão apaixonante que se você passasse mais tempo por aqui, provavelmente ficaria morando, pois nessas serras parece haver um gigantesco imã, que puxa as pessoas para cá, e não deixa ninguém sair.

Um grande abraço,

Dihelson Mendonça