21 junho 2008

MOVIMENTO DO POVO TIBETANO: CULTURA, IDENTIDADE E LIBERDADE


Nessa semana que se passou iniciamos (nos núcleos de estudos NERE e NECEF) na URCA um movimento intitulado MOVIMENTO DO POVO TIBETANO: CULTURA, IDENTIDADE E LIBERDADE. A exposição com banners e vídeos abriu um espaço para reflexão sobre a cultura espiritual tibetana e a história da invasão comunista chinesa no Tibet em 1949. Sobre o pretexto de que os tibetanos viviam numa escravidão ditada pelos monges, os chineses invadiram o Tibet em 1949 onde a partir desta data mataram – pasmem! – 1 milhão de tibetanos dentre eles monges que só sabiam meditar. Um exército muito superior a resistência dos “soldados” tibetanos arruinaram 6 mil monastérios além da carnificina que fizeram nas cidades pacíficas dessa cultura espiritual milenar. Sinto-me impelido de informar a todos os cidadãos brasileiros das artimanhas dessa ideologia criminosa que com argumentos tão insensatos e desumanos mantém sob vigilância implacável (patrulhamento ideológico) os rituais desses monges que ainda conseguem manter a muito custo sua bela tradição espiritual nos poucos monastérios que ainda resistem em pé. Além disso, 110 mil tibetanos vivem exilados na India – na fronteira com a China – sem poderem retornar à sua terra natal e praticarem a sua cultura espiritual. E o seu venerado líder espiritual – Dalai Lama – também não pode retornar e ser adorado ou ter sua foto carregada na carteira de seus liderados. Um verdadeiro crime contra a humanidade!
O quanto ainda ficaremos calados contra um regime que se diz democrático com ações tão vergonhosas como essa? Cadê os direitos humanos? Sinceramente o que nós precisamos mesmo fazer é valorizar todas as culturas porque assim preservaremos as identidades de seus membros. Isto porque um povo sem cultura é um povo sem identidade e, portanto, sem liberdade para expressar suas vocações e tradições. Creio que, devemos todos divulgar essa máxima: “povo que perde sua cultura, perde a sua identidade, perde a sua liberdade, perde também o sentido de viver e existir em paz”. Eu não tenho dúvidas sobre a grandeza da cultura espiritual tibetana, porque entendo por vivência própria a dimensão de suas práticas e valores fundados na meditação, no desapego e no respeito a todos – todos mesmos! - os seres vivos.
Hoje, o mundo se questiona sobre as ideologias e valores praticados pelas superpotências (E.U.A, China etc) que estão destruindo o planeta (e o Brasil com o desmatamento da Amazônia também está nesse grupo). A China, por exemplo, está num processo de destruição ecológica a tal ponto que sua capital está cercada por um imenso deserto com tempestades de areia sem igual no mundo. Lagos, rios e imensas plantações estão sendo poluídos e destruídos. E quando acabarem de destruírem o que têm avançarão, como está fazendo o E.U. A, sobre as riquezas dos outros países (p. ex,: a Amazônia brasileira).
A vida humana só tem sentido na preservação da diversidade de suas culturas materiais e imateriais. Uma vida com uma visão única, um poder único e cultura única é uma grande estupidez. Viva a diversidade cultural e ecológica! Intelectuais do Cariri e do Brasil gritem e se indignem contra essas ideologias totalitárias (de esquerda ou de direita) que querem transformar o mundo numa estupidez de suas visões de mundo infundadas e pequenas, e que jamais conseguirão compreender a complexidade da vida em todas as suas dimensões. Assim, se ficarmos calados a voz da estupidez totalitária um dia estará nos fazendo reféns de suas premissas e suas ordens fundadas no medo, no terror e na morte.
A liberdade é um dom de Deus e está associada a nossa capacidade de preservação de nossas culturas e identidades diversificadas. Abracem essa causa – porque se não fizerem isso o Brasil poderá sofrer como o Tibet está sofrendo desde 1949. Nada acontece por acaso!
A OLIMPIADA DE PEQUIM É UMA GRANDE HIPOCRISIA – VAMOS BOICOTAR – NÃO ASSISTAM PELA TV E NÃO LEIAM NADA SOBRE ELA.
Divulguem esse texto para todos os seus amigos da Internet – a PAZ de DEUS agradece!
Prof. Bernardo Melgaço da Silva – (88) 9201-9234 – bernardomelgaco@hotmail.com
SOBRE O SACI E OUTROS MITOS

Tudo bem, que seja o Saci, a quem tanto admiro e tenho na minha imaginação. Nada contra. Mas porque não lançamos uma campanha que unifique o país através de um mito nordestino-universal? Caipora. Mula. Saci...

Façamos um estudo e um grande plebiscito nacional, envolvendo escolas e comunidades. O Saci ocorre mais no Sudeste. Não podemos "lobatoralizar" a identidade nacional, mesmo considerando a contribuição do grande Monteiro.

Para nós a Caipora seria mais interessante. Perguntem aos sertanejos que vivem "o" sertão e "no" nordeste. Eles viram a Caipora, talvez jamais o Saci.

Sou contra a uniformização pelo modelo das regiões ricas (economicamente). Sou a favor do diálogo e da decisão coletiva.

SACI SIM. CAIPORA SIM. MULA-SEM-CABEÇA SIM. POVO SIM.

Meu voto é para a Caipora. Pés para trás, pode ser comparada à maestria enganadora dos dribles de Garrincha e ou identificar a malandragem dos pés para o sucesso no futebol.

Ainda a respeito: sou contra o dia do Saci. Por que o Saci? Por que não outro mito? Por que não um dia para todos eles, tendo em vista a pluridade cultural do Brasil? Por que os paulistas sempre têm que vir com suas bandeiras e entradas e nós, índios, temos que atender e aplaudir a suas carochinhas midiáticas?

Não podemos desconsiderar/desrespeitar as manifestações culturais de outras regiões.

Quem computará meu voto?


Um abraço.

Cacá Araújo
Presidente da Fundação do Folclore Mestre Eloi
Dramaturgo
Ator
Professor

José Bezerra, pacificador - por José Jezer de Oliveira

A crônica abaixo – sobre José Bezerra de Menezes – foi publicada no jornal “Ceará em Brasília” nº. 191, maio de 2008. Focaliza a figura de um honrado cidadão nascido em Crato: o patriarca da família Bezerra de Menezes, de Juazeiro do Norte, José Bezerra de Menezes. Sobre ele, assim escreveu, também, o jornalista Temístocles de Castro e Silva: “A família Bezerra de Menezes deve sua projeção e seu prestígio, no século XX, ao seu patriarca José Bezerra de Menezes, que conquistou o respeito e a admiração de sua gente pelo acendrado amor ao próximo e profundo sentimento de solidariedade humana”.

José Bezerra, pacificador
por José Jezer de Oliveira (*)

José Bezerra de Menezes foi figura emblemática na vida social, política e empresarial da cidade de Juazeiro do Norte, encravada no coração do Cariri. À exceção do Padre Cícero, ninguém ali o excedia em respeito, prestígio e admiração conquistados perante os seus concidadãos, mercê das virtudes morais de que era titular e de qualidades outras que o distinguiam como cidadão.

Dotado de extraordinário espírito de solidariedade humana, era sempre solicitado a intervir em conflitos dada a maneira serena com que administrava os ânimos das pessoas em desavença. E as suas ponderações e conselhos eram comumente acatados. No Juazeiro, só não foi o que não quis ser ou o que, por impedimento legal, não pôde ser: Juiz, por exemplo. Mesmo assim, muitas de suas atitudes assemelhavam-se, de fato, às de um “juiz da paz”, tanto é que, carinhosamente, lhe atribuíram o titulo de “Pacificador”.

Pecuarista, agricultor, empresário, banqueiro, foi, também, prefeito, vereador e delegado de polícia, bem sucedido em todas essas atividades, mercê da invejável visão prática que tinha das coisas, o que, sem dúvida, deu-lhe o necessário suporte psicológico para o exercício de cada uma delas da maneira mais justa e equilibrada possível. Com respeitável paciência que lhe era peculiar, soube encaminhar os filhos nos negócios, preparando-os, ao mesmo tempo, para ingresso na política. Tanto em uma quanto em outra atividade se houveram com extraordinário êxito.

Na política, Leandro, o mais velho dos filhos homens, foi o primeiro a disputar cargo eletivo. Foi vereador. Morreu cedo, antes de alçar vôos mais altos. Em seguida, os gêmeos Adauto e Humberto, oficiais do Exército, seguidos por Orlando e Alacoque, estendendo-se à geração dos netos, um deles atualmente deputado federal, José Arnon. Todos conquistaram os mais expressivos postos na vida política: Orlando, prefeito, deputado estadual, deputado federal; Humberto: prefeito, deputado federal, Secretário de Estado, vice-governador; Adauto: deputado estadual, vice-governador, governador, deputado federal; Alacoque: Senadora da República.
Em José Bezerra de Menezes a prudência se sobressaía como um dos traços mais marcantes da sua personalidade.

Um só episódio é o bastante para evidenciar essa qualidade nele reconhecida pela gente do Juazeiro. Era ele delegado quando chegou a informação de que um bêbado estava armando a maior confusão em um bar da cidade. Chamou dois soldados da polícia e ordenou-lhes que conduzissem o homem à sua presença, recomendando-lhes, porém:
– Vão lá e tragam o homem. Mas tragam com jeito. – E se ele não quiser vir? – indagou um dos policiais.
– Com mais jeito ainda – respondeu José Bezerra.
Em seguida, virando-se para um amigo que estava ao seu lado:
– Se eu dissesse: de qualquer jeito, eles iam trazer o homem morto.
Em uma de suas idas ao Crato, a negócio ou em visita a parentes, encontrou-se com Moacir Mota, gerente da agência do Banco do Brasil, a única da região do Cariri, e que o abordou com a notícia de que já existiam recursos disponíveis para empréstimo na Carteira Agrícola do banco.
– Seu Moacir, isto é um namoro! – observou José Bezerra, acrescentando:
– Na hora de assinar o contrato é o casamento. No momento da quitação do empréstimo é o parto. Sou eu que estarei sentindo as dores e não o gerente do banco! Muito obrigado por sua informação.
(*) José Jezer de Oliveira é cratense. Jornalista, ex-presidente da Casa do Ceará, em Brasília e membro do Instituto Cultural do Cariri onde ocupa a Cadeira Ministro Colombo de Sousa.

Futebol - Por Amilton Silva

Após grande vitória de virada por 2 X 1 sobre o Tiradentes na ´
última terça-feira, no mirandão, o Crato jogara amanhã às 16:00
no mirandão contra a equipe do Maranguape. A torcida está sen
do convocada para torcer por uma grande vitória da equipe cra
tense. Com a vitória sobre o Tiradentes o Crato passou para terceira posição na classificação geral da segundona 2008.
A rodada será complementada com os jogos:

Tiradentes X Limoeiro no Elzir Cabral
Trairiense X São Benedito no Barrosão
Itapajé X Guarany no Vieirão.


Ja pelo Brasileirão serie A, será iniciada hoje a sétima rodada com os jogos:

18:20 Botafogo X Portuguesa no engenhão
18:20 São Paulo X Sport no morumbi
18:20 Coritiba X Fluminense no Couto Pereira
18:20 Cruzeiro X Figueirense no Mineirão

A rodada será complementada amanhã com mais seis jogos:

16:00 Ipatinga X Flamengo no Ipatingão
16:00 Vitória X Internacional no Barradão
16:00 Vasco X Palmeiras no São Januário
18:10 Grêmio X Atlético PR no Olímpico
18:10 Santos X Goiás na Vila Belmiro
18:10 Náutico X Atlético MG nos Aflitos

Por: Amilton Silva

O Crato hoje...

A cidade amanheceu com um lindo céu azul, um clima ameno, digno do dia do Município!

OBELISCO comemorativo aos 70 anos da fundação da: A.: R.: L.: S.:, renascença do Cariri 90

OBELISCO II

Desfile em comemoração ao dia do Município.

FESTIVAL CARIRI DA CANÇÃO

Eu não poderia deixar passar em branco, sem fazer nenhuma espécie de comentário sobre esse evento, mesmo as datas das apresentações não tendo favorecido a minha presença integral, devido ao trabalho. De fato não posso falar das músicas, dos arranjos e das interpretações da mostra competitiva, mas tive acesso aos shows e posso opinar sobre a estrutura como um todo.

Na abertura do evento eu pude perceber logo de imediato que a iniciativa da Prefeitura do Crato em retomar essa movimentação cultural foi vitoriosa e de muito bom grado. A produção acertou em cheio, pois o público foi muito bom e a estrutura como um todo foi satisfatória em muitos pontos.. Iniciativa como essa, de forma solitária, não redime toda a lacuna que existe na produção cultural caririense e o cuidado que o poder público deve ter com esse segmento, mas aponta para uma mudança de atitude muito louvável, deixando no ar uma esperança de que o espaço para futuras parcerias está aberto, ou não?!

Não cabe aqui discutir minhas reservas quanto ao modelo do evento, que particularmente creio já esgotado para os nossos tempos, mas nada me impede de aceitar a proposta do jeito que ela foi colocada em prática. Toda e qualquer tentativa de movimento, de dinamismo, de busca e de ação deve ser recebida a partir de uma concepção positiva. E essa, sem dúvida nenhuma, foi realmente uma iniciativa que caiu como uma luva para acalorar ainda mais a discussão regional sobre os aparelhos culturais, o papel do poder público, a organização dos artistas, os espaços, as intenções da produção cultural caririense, a inserção e valorização da nossa cultura em grandes eventos, como é o caso da ExpoCrato, por exemplo.

Do ponto de vista da aceitação do público, o Festival Cariri da Canção provou que existe interesse sim da população em prestigiar a nossa cultura. Contradizendo os especuladores de plantão e claro, os profissionais da área, preocupados em fazer dinheiro com a cultura de massas, o que já é outra história, que deverá ser discutida em outra instância e sem preconceitos ou ressentimentos.

Como é bom se deparar com uma platéia daquelas que eu vi. Gente de todas as classes, gente culta e educada, gente espalhada por todo o espaço da antiga estação do Crato, que prefiro não chamar de Centro Cultural, pois para isso falta muito. Aquela é a platéia que qualquer artista de vergonha gostaria de ter sempre. Não é de hoje que existe público para isso e esse mesmo público qualificado. O problema é a constância das produções, que são esporádicas. Não falo aqui de música para barzinho, acompanhada de bebida e futilidade. Falo de projetos.

O palco do Festival Cariri da Canção era bom, para uma primeira retomada, para a seqüência pontual do evento com certeza ele será melhorado. O som estava bem equalizado e se mostrou capaz de suportar a envergadura do evento. Já a iluminação era ridícula, muito abaixo do evento e das intenções culturais em questão. Não sei exatamente o porquê, mas a escolha das datas do evento me pareceu completamente equivocada, o que provocou a evasão de um público adicional muito significativo.

Quanto aos shows apresentados, de artistas convidados, achei muito providencial a seleção de nomes, mas com algumas reservas quanto à ausência de outros artistas importantes da nova produção artística da região. Faltaram as bandas de rock, reggae, hip hop e blues. Ficou faltando prestigiar quem já está na cena atual há um bom tempo, já com estrada e serviço prestado à expressão artística caririense, fora do eixo um banquinho, um violão e toda a reverência à MPB ou à chamada música de raiz. O panorama musical cresceu e está aí a apontar para uma direção desafiadora ao que já está estabelecido como consagrado. Basta dar uma olhada na intensa programação do Centro Cultural BNB, são inúmeras bandas e artistas individuais caririenses, já com representação no cenário musical nordestino e brasileiro.

Sei que não é fácil atender a todas as necessidades e isso daqui não é uma crítica gratuita, é apenas um alerta para outras produções futuras. Assistir pequenos shows foi uma experiência nova, mas não estimulante. Gostaria muito mais de todos aqueles nomes que se apresentaram, da mesma forma que gostaria muito mais dos que não foram lembrados de forma imperdoável. O Cariri não é só passado, que isso fique bem claro. No entanto, face ao abandono que havia tomado conta das produções maiores, o Festival Cariri da Canção torna-se já um oásis em meio a tanta porcaria produzida para fazer dinheiro imediato. O testemunho é geral sobre a qualidade das músicas que participaram da mostra competitiva. Da mesma forma que os comentários favoráveis ao evento são provas cabíveis de uma iniciativa bem sucedida.

Marcos Leonel

Dia 21 de Junho - Dia do Município de Crato.



Creio que nem precisávamos relembrar aos cratenses dessa importante data, pois no Blog do Crato, todo dia é dia do Município de Crato, mas aos que moram fora, fazemos questão de nos congratular.

Abraços,
Parabéns, CRATINHO DE AÇÚCAR !!!

Dihelson Mendonça
www.blogdocrato.com

Crato de Parabéns com o Sucesso do Festival Cariri da Canção !




UM SHOW!!!
FESTIVAL CARIRI DA CANÇÃO É SUCESSO
DE PÚBLICO, DE ORGANIZAÇÃO E DE QUALIDADE

O Crato está de parabéns!

Terça-feira próxima passada encerrou-se o evento cultural de maior magnitude realizado pela atual administração da cidade: O Festival Cariri da Canção, evento que veio resgatar a tradição dos antigos festivais da canção dos anos 70 e olhando para o futuro, servindo de elo entre o passado e o nosso futuro de Festivais.

O evento, que foi promovido pela Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude do município e pela Prefeitura do Crato, vem se destacando pelo resgate dos antigos festivais do anos 70 e 90 - CHAMA - (Chapada Musical do Araripe). Desde então, várias administrações passaram e nenhuma delas teve a sensibilidade de realizar, digo melhor, resgatar este importante acontecimento musical, dos mais valiosos e necessários, sobretudo nos dias atuais, uma vez que, estamos muito carentes de "qualidade para os nosso ouvidos".

Vale salientar dentre outras coisas, para manter a tradição dos festivais, ser apresentado pelo magnãnimo JOÃO DO CRATO, que bem representa a cidade até no nome, e animou bastante o festival. Salientamos ainda no primeiro dia, os shows dos veteranos Abidoral Jamacaru, o Trio do músico Dihelson Mendonça, o show do guitarrista Cleivan Paiva, e do Juazeirense Luiz Fidélis que cantou com a platéia. A participação de artistas de várias cidades que formam a macro-região do Cariri, que se apresentaram com tamanha personalidade, passando-nos a impressão de que já são veteranos no ramo da música e de festivais. Entre os artistas cratenses, alguns consagrados nos antigos festivais realizados na quadra bicentenário, representados pela participação visceral de Luiz Carlos Salatiel, quando defendeu "GIRASSÓIS", de José Calazans Callou Neto, outro da "nova safra", entrelaçando todas as gerações da nossa melhor música, pelo surgimento de talentos que dormitavam no anonimato, em estado latente, aguardando uma oportunidade como esta.

O local onde se realizou a "festa da música no Cariri" não poderia ser mais apropriado. A antiga RFFSA, a nossa velha estação trens, que há mais de 20 anos havia sido transformada em depósito de lixo. Hoje, a atual administração a transformou no maior complexo cultural do interior do Ceará, com espaços para todas as apresentações artísticas, exposições e mostras de artes visuais, peças teatrais, lazer e entretenimento dos mais diversos. O Centro Cultural do Araripe é o símbolo do renascimento da nossa Cultura, que havia sido literalmente enterrada por outras administrações. É a justificativa maior de que somos realmente "A CAPITAL DA CULTURA". É a evidência de que estamos no caminho certo.

Os artistas participantes que, diga-se de passagem, foram todos vencedores, pelas belíssimas apresentações, com canções interpretadas por vozes irretocáveis e músicos de altíssima qualidade... Independentemente do resultado, Todos somos vitoriosos - PÚBLICO E ARTISTAS - pela grande reconquista de um espaço que estava apenas adormecido e, que agora, desperta para nos fazer sonhar...

VIVA A MÚSICA DO CARIRI!
PARABÉNS AO GOVERNO MUNICIPAL PELA INICIATIVA!
O CRATO MERECE E AGRADECE!

Por: Dihelson Mendonça e George Macário ( O Democrato )
Fotos: George Macário.