03 dezembro 2008

A Vitória do Meu Povo - " A Vitória de um Pai" - José Helder França

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Até onde vai o amor de um Pai pela sua filha?
Embora no Crato, todos saibam que a vitória de Samuel Araripe nas últimas eleições tenha sido um feito inédito, não por mérito de uma só pessoa, mas sim de inúmeras pessoas, alguns que trabalharam até em sigilo, torcendo e orientando, e outras tantas que foram às ruas gastar seu suor e sangue, que trabalharam em conjunto, pela união de pensamentos firmes a fim de ver um Crato entregue em boas mãos, por acreditarem na força daquele que haveria de ser um dia prefeito do Crato. Por isso, o povo, em mais de 70% da votação elegeu Samuel Araripe como prefeito. Mas na visão de um Pai... Ah! pai é Pai!!! e principalmente quando poeta, sabe descrever muito bem os sentimentos que estão no seu interior, e que traduzem muito bem o amor e o orgulho que sente pela própria filha. Trago a seguir, um poema escrito pelo poeta cratense José Helder França, renomado, e que, por coincidência, também é pai da primeira-dama, nossa querida Mônica Araripe, que também é membro do Blog do Crato.

A Vitória do Meu Povo

Terminou a grande luta
E nós vencemos o pleito
Terminou toda disputa
Meu povo está satisfeito
Samuel ganhou de novo!
A vitória do meu povo
Apesar de coisa certa
Não foi só vitória minha
De Samuel, de Monquinha,
De helena, Guer e Roberta!

Foi a vitória do Crato
Esse Cratinho que é meu
venceu nosso candidato
Nosso Guer também venceu
Vitória que não tem preço
E essa vitória ofereço
Pelo esforço que fez
À Querida filha minha
A baluarte Monquinha
Que se empenhou outra vez!

Monquinha muito lutou
Mas nunca perdeu a calma
Gritou, sorriu e chorou
Se entregou de corpo e alma
Ela fez de tudo, minha gente,
Lutou incansavelmente
Merece, pois esta glória
Pra ela tiro o chapéu
Por ter dado a SAMUEL
Essa mais cara vitória!


* * *

José Helder França
Fortaleza, 07 de Novembro de 2008
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3 comentários:

  1. Monica Araripe.

    Não posso deixar de fazer um testemunho do amor que o Jose Helder França tem pelo Crato. Estava o Dedé a serviço do Banco do Brasil na cidade de Porto Velho, distante quase 6 mil km do Crato. Eu fui visitar uma filha que fixou residencia naquela localidade. Naquele mundo não se via um conhecido, tudo estranho, tudo esquisido, um bom dia nem pensar. Quando o Dedé me viu veio ao meu encontro, esqueceu o que estava fazendo e entre uma lagrima e outra perguntou por todos os seus amigos do Crato, um por um não esqueceu ninguem. Para não aborrecer a fila de clientes que esperava por etentidimento lhe dei um forte abraço e me retirei. Foi a ultima vez que nos encontramos. Helder,
    Deus lhe dê muita paz e saude.

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  2. A.Morais,
    com toda certeza vou falar para ele do seu comentário, ele vai ficar muito feliz.Olha faz tempo que você o encontrou, mais continua o mesmo: boêmio,poeta....
    Grande abraço,
    Mônica Araripe

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  3. Dedé França ,
    Um poeta respeitado. Fomos colegas de Banco do Brasil ... Ele sempre foi mais artista do que bancário ...
    Meu carinho e admiração.

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