05 novembro 2008

Como parei de fumar


Como parei de fumar

Lembro como se fosse hoje o dia em que parei de fumar. Isto faz mais de 10 anos. Não me tornei uma ex-fumante chata, mas minha comadre de dizia que só faltava agora virar budista e parar de comer carne. Hehehe! Até que parei de comer tanta carne e ainda não me tornei budista. Bem, o objetivo começou a ficar claro, para mim, quando cheguei à conclusão de que só estava tendo respostas nada convincentes para o meu, vamos dizer, problema. Comecei por me perguntar: "Para que estou fumando?". E as respostas não eram variadas. Eram do tipo: "Para relaxar"; "Para não me sentir sozinha"; "Para não engordar". Caramba! Não acreditei que só essas três respostas estavam sustentando um vício que estava me deixando mal comigo mesma. E todos os dias me fazia a mesma pergunta, e comecei "a me observar"... Sabe como é? Então: qual é a hora em que mais gosto de fumar? Eu me perguntava... A resposta vinha de imediato: "Depois do almoço, logo após um cafézinho". Então lá ia eu fumar na escada, porque meus filhos pediam para que eu não fumasse dentro de casa. Ficava lá, "curtindo o veneno"... Todo dia depois do almoço. Depois passei a negociar comigo mesma... Com o dinheiro do cigarro posso comprar mais livros. Vou ficar mais cheirosa, meus cabelos nunca mais vão ficar fedorentos. Minhas roupas vão ter perfume de roupa limpa e não de "defumada". O que fiz, na verdade, foi um autoconvencimento. E me senti desafiada a achar outras respostas para o meu próprio bem-estar. Finalmente consegui ficar de bem comigo mesma. Porque antes, com certeza, estava "de mal". E hoje ainda devo ter restos de fumo no organismo... mas tenho um imenso orgulho de ter vencido essa parada. Tenho, sim.(...)

Anny, no seu blog,

5 comentários:

  1. Prezado Kaika,

    Há certos conhecimentos que vêm com a idade, e que alguns chamam de sabedoria. Embora eu não fume, também desaprovo veementemente os fumantes. pois eles são chatos, fumam e jogam fumaça na cara da gente, alguns não têm um pingo de educação...

    Ao envelhecer, também estou notando que carne demais faz muito mal. Estou tentando reduzir o consumo deste ingrediente delicioso, mas que infelizente, só nos traz muitas doenças. Estou procurando ser msi vegetariano. Comer Saladas de legumes cozidos apenas na água e um pouco de sal. Batatinha, cenoura, beterraba, e saladas de tomate e alface. cereais estão presentes também. Mais raramente carnes e ovos. E posso dizer que em pouco tempo, estou me sentindo bem melhor. Nada de AZIA, nem má digestão, nem dor de barriga... tudo funciona como um relógio. Durmo bem melhor também.

    porque não fiz isso há mais tempo?
    Só preciso começar a fazer caminhadas e ter uma vida mais normal...Ah, e cada vez mais leio sobre Budismo...rs rs os rios correm para o mar inevitavelmente.

    Mas com isso tudo, é só para dizer que não importa a idade, temos a grande capacidade de ver os erros que cometemos no passado, e corrigi-los.

    Abraços,

    Dihelson Mendonça

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  2. Perfeitamente amigo Dihelson.
    Também estou nessa. Fumei durante algum tempo em minha vida, mas já nem lembro mais disso. Estou desintoxicado há anos. Em relação a carne, eu, sinceramente, não tenho grandes amores, até porque tenho pavor de gordura, de pelanca, essas coisas. E das comidas terminadas em "ada", odeio todas (buchada, feijoada, etc), só gosto de abacatada e de bananada rsrsrs. Gosto muito de frutas, legumes e cereais.
    Quem fuma realmente devia se ligar que, além de mal a si mesmo, está disseminando muitas doenças para si, para os filhos e para os fumantes passivos. É fedorento e vai ser discriminado em muitos lugares, pois o fumo já é proibido em vários recintos fechados. Portanto, quem fuma, troque sua carteira diária de cigarro por exemplo por uma doação de cesta básica por mês a quem necessita. Seu corpo agradece, a natureza agradece e nós não fumantes agradecemos demais.
    Valeu!

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  3. Prezado Kaika

    Gostei muito deste texto que você postou. Cada fumante envenena também os não fumantes. Além do mais, a fumaça do cigarro me deixa de nariz entupido e quase sem respirar. Mas vou lhe contar como não me tornei um fumante. Quando eu tinha uns onze anos de idade, eu e o meu primo José Gonçalves colecionávamos carteiras de cigarros vazias, como se fossem maços de dinheiro. As de cigarros importados como o “Cammel” eram mais valiosas. Daí passamos a comprar cigarros para termos alguma embalagem inédita. Jogávamos o conteúdo fora, ou então dávamos para alguém. Mas numa noite de domingo, resolvemos acender um cigarro para experimentar. Foi entre a Praça Siqueira Campos e a Praça da Sé. Uma senhora viu e contou para o meu pai. E ele me disse num tom ameaçador: "Se eu lhe pegar fumando, vou lhe fazer engolir o cigarro aceso." E eu acredite e nunca mais coloquei um cigarro na boca. Que santa e eficaz ameaça essa do meu pai. Ainda hoje sou grato a ele. Um grande abraço

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  4. Olá Silvéria Nêmora!!!
    Que bom encontrar você no Blog do Crato. Já estou morando em Recife,há 30 anos.Fomos colegas no Colégio Diocesano do Crato.Lembre?Andávamos:vc.,Tereza e eu.Meu irmão Mansuêto também estudava no Diocesano. Ah! meu correio eletrônico é:absm009@yahoo.com.br ou antoniabernadete@hotmail.com
    Abraço.Bernadete(Berna).

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  5. Silvéria!!! Que bom encontrar você no Blog do Crato. Há tempo que moro aqui em Recife.
    Fomos colegas no Diocesano em Crato.
    Grande abraço.
    Bernadete Melo.
    antoniabernadete@hotmail.com

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