16 novembro 2007

Um Dia



Um dia , quem sabe um dia
A mulher será carne da minha carne e não carne pra minha boca
Um dia, Quem sabe
O crepúsculo não será o fim do dia mas a simples anunciação da aurora vindoura
Quem sabe um dia
Uma grande mesa cruzará os cinco continentes e os homens sentarão para conversar e degustar igualmente das primícias do pomar terrestre
Um belo dia, quem sabe
Já não haverá senhores nem escravos
os grilhões e as algemas fundir-se-ão no metal do sentimento e é esta corrente que atará todos os homens com os doces elos da alegria e da fraternidade
Um dia, certamente
A minha felicidade não precisará nutrir-se
da desgraça do meu vizinho
E a minha alegria será uma mera extensão do sorriso de muitos lábios
Quem sabe um dia
Dos canos dos canhões brotarão lírios
E as bombas explodirão apenas junto às fogueiras
Reverenciando os santos João e Pedro
Quem sabe um dia
O homem já não será o lobo do homem e nem o chacal da natureza
Um dia, quem sabe um dia
Prescrita a ação de despejo do pecado original
Voltaremos ao éden e desfrutaremos das benesses do paraíso
Sem medo da serpente e das espadas flamejantes
Quem sabe um dia
Aprenderemos como no Gênesis a arrancar a luz
em meio ao caos e à treva e o criador não mais terá motivos
para se arrepender daquele terrível e impensado ato
Cometido no sexto dia da criação
Num lindo dia, quem sabe
Descobriremos que entre o meio e o fim
Repousa o furação criador do sonhar e a calda quente do IMAGINAR

AUTO FILHO, MEU FILHO NÃO SEJA TÃO AUTO ASSIM

Ô Auto, homem da cultura, tá no dicionário: aut(o) - que quer dizer o mesmo, e auto - que deriva de automóvel. Pois bem, o teu negócio não é teu, é do povo. E o Crato do Ceará e o do Portugal é do povo, não é assim: AUTO-administrado, AUTO-admirado, AUTO-aplicável, AUTOritário, AUTOcentrado. Então, meu caro Auto Filho, és filho de quem? Que pais te geraram para assim esqueceres que a ligação entre os Cratos, os nomes portugueses de nossas cidades, Oueiras, Arneirós, entre tantas. Ô Auto apague com borracha bem limpa esta decisão e publique o LIVRO ESCRITOS CONJUNTAMENTE PELOS DOIS CRATOS DO MUNDO.

Sabes por que além disso tudo deves fazer? Fazer para não querer inventar a roda só porque a idiotice das administrações tem que inventar a roda a cada novo cargo que assume? Deves fazer porque o Ceará é hoje celeiro de portugueses e a Santa Ignorância de nosso próprio tempo e espaço não vê que é preciso mostra a face lá e cá. E mais ainda, grande Homem da Nossa Cultura Oficial: Portugal vai se transformar, em breve tempo, uma ponta avançada do Brasil na Europa. E isso já é suficiente para que um novo programa de intercâmbio se faça e logo. Viu Auto, meu filho, publique o livro conjunto dos dois Cratos do Mundo.

Mostra SESC - Programação Overdoze


18h – Renovação
Local: Hall de entrada

18h – Super Night Shot – Cia. Gob Squad (Brasil – Inglaterra)

A performance inclui um vídeo projetado sem edições sobre quatro telas depois de ser produzido com quatro câmeras acopladas a artistas performáticos com a incumbência de filmar as imediações, uma hora antes da chegada do público, de maneira individual e simultânea. O espetáculo transforma a cidade em um set de filmagem. Bitucas de cigarro, pichações, carros e fachadas: tudo se transforma em adereço e cenário nesse filme-performance. Nele, pessoas comuns podem se converter em atores da história. Por meio das filmagens, o grupo Gob Squad busca dar voz aos sonhos de anônimos que povoam a cidade, transportando-os para o mundo do cinema. Finalizadas as gravações na rua os quatro exploradores voltam ao ponto inicial para serem recebidos pelo público que aguarda seu início. A partir daí, tudo o que foi registrado é imediatamente projetado lado a lado, de forma sincronizada.

Local: Teatro / Duração: 60’

18h – O Círculo de Giz Caucasiano – Cia do Latão (SP)

Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O Círculo de Giz Caucasiano é uma peça de narrativas concêntricas: um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade. Texto: Bertolt Brecht / Encenação: Sergio de Carvalho / Elenco: Helena Albergaria, Ney Piacentini, Deborah Lobo, Martin Eikmeier, Carlota Joaquina, Luís Mármora, Cibele Jácome, Rodrigo Bolzan, Mafa Nogueira, Rogério Bandeira e Sidney Ferreira.

Local: Galpão das Artes / Duração: 4h

19h – Super Night Shot – Cia. Gob Squad (Brasil – Inglaterra)

A performance inclui um vídeo projetado sem edições sobre quatro telas depois de ser produzido com quatro câmeras acopladas a artistas performáticos com a incumbência de filmar as imediações, uma hora antes da chegada do público, de maneira individual e simultânea. O espetáculo transforma a cidade em um set de filmagem. Bitucas de cigarro, pichações, carros e fachadas: tudo se transforma em adereço e cenário nesse filme-performance. Nele, pessoas comuns podem se converter em atores da história. Por meio das filmagens, o grupo Gob Squad busca dar voz aos sonhos de anônimos que povoam a cidade, transportando-os para o mundo do cinema. Finalizadas as gravações na rua os quatro exploradores voltam ao ponto inicial para serem recebidos pelo público que aguarda seu início. A partir daí, tudo o que foi registrado é imediatamente projetado lado a lado, de forma sincronizada.

Local: Teatro / Duração: 60’

20h30 – Victor James – Centro Teatral Etc e Tal (RJ)

Victor James faz através da ‘Pantomima Literária’ uma viagem até o mundo virtual. Seja na trilha sonora composta em harmonia com a movimentação, seja nos figurinos quase que ilustrados nos corpos. Com o efeito ilusório da mímica invade o imaginário do público através de diferentes personagens e formas geométricas que se constroem no espaço. Victor James passa seus dias em frente a um jogo de videogame. Negando café, almoço, jantar, hora de banho e de estudar. Sonhando com as sensações de ter aqueles poderes. Mal sabia ele… Transforma-se em um dos seus bonecos/robôs e vive experiências nada agradáveis dentro do computador. Sentindo na pele o que seus bonecos virtuais sentem, ele começa finalmente a descobrir limites … Elenco: Melissa Teles-Lôbo e Álvaro Assad / Direção, Preparação Mímica e Adaptação: Álvaro Assad / Texto Original do Livro de Paulinho Tapajós.

Local: Teatro / Duração: 50’

20h30 – Se Tirar… – Grupo CEM (CE)
Local: Sala de Ginástica / Duração: 30’

21h – Candomblé Dança dos Orixás – Ilê Axé Gitofalogi
Local: Piscina / Duração: 60’

21h30 – 3 Bonde + - Bando de Rua (CE)

Viajar pelo universo do teatro popular, revisitando sua musicalidade, seu humor, sua alegria, através de personagens comprometidos em contar a história do próprio artista, seus caminhos surpreendentes, seus conflitos circunstanciais, sendo absolutamente universal no sentido da busca. Assim se conta a saga de dois artistas de rua em busca de sua sobrevivência, contando apenas com sua arte e com a piedade dos passantes. Até que um dia eles são descobertos por um produtor inescrupuloso que os leva para o mundo do espetáculo. Conhecem uma dama do teatro de revista e com ela formam um trio, os 3 Bonde +. Direção: Vicente Marques / Texto: Beto Mêneis e Marcos Amaral / Elenco: Beto Mêneis, Marcos Amaral, Pedro Gonçalves, Silvio Gurgel, Sergio Pessoa.

Local: Em frente ao Sesc

22h – O Santo Inquérito – Cia Arteatro (RR)

O encontro da Igreja Inquisidora brasileira do século XVIII com uma mulher do Interior do Brasil. Branca Dias, neta de cristãos novos, moça simples da roça, insulta o poder da Igreja quando salva a vida de Padre Bernardo de um afogamento, com uma respiração boca a boca. O espetáculo apresenta o julgamento de Branca, que representa hoje a grande minoria oprimida pela inquisição do poder cego pela permanência no poder. A partir daí, Branca tem sua vida chafurdada pela covardia do poder insano, entorpecido pelas fraquezas instintivas, que até então adormeciam no íntimo de Padre Bernardo.

Local: Teatro / Duração: 50’

22h – Caleidoscópio – Teatro de Anônimo (RJ)

O número “Caleidoscópio” faz da movimentação fluida o pretexto para que Regina Oliveira e Maria Angélica Gomes desenhem inúmeras formas em pleno ar. Dosando sensibilidade e força femininas, o número gera uma partitura poética brincando com a lei da gravidade. A realização de “Caleidoscópio” acabou dando origem a um aparelho, até então inédito, que gira em um único eixo, ditando o ritmo dos movimentos e – por que não dizer? - das emoções. Direção: André Simard / Trapezistas: Maria Angélica Gomes e Regina Oliveira.

Local: Piscina / Duração: 7’

22h – Il Primo Mirácolo – Roberto Birindelli (RS)

O ser humano confrontado com ele mesmo, no momento em que busca, de forma descontraída, suas raízes mais profundas. Num espaço de proximidade, ator e espectadores empreenderão um flash-back alegórico aos primeiros anos da vida de Cristo. A fina ironia de Dario Fo (Prêmio Nobel de Literatura 1997) estabelece uma parábola cômica e sarcástica da infância de Jesus, onde temas como o poder, a segregação racial, a fome e o exílio aparecem nas entrelinhas de uma engraçada seqüência de episódios históricos. Autor: Dario Fo / Diretor: Roberto Birindelli / Elenco: Roberto Birindelli.

Local: Sala de Ginástica / Duração: 60’

22h30 – Dança do Ventre – Regiane Cruz (SP)
Local: Piscina / Duração: 40’

22h30 – Radioativo – Alex e Jord (CE)
Local: Taberna / Duração: 40’

23h – Palavras e Canções – Ari Sherlock (CE)
Local: Galpão das Artes / Duração: 30’

23h30 – Porão – Grupo Botija (SP)

Nelson passa dias e noites trancado no porão da casa, pintando quadros. Cercado por tintas e pincéis, cada vez mais entregue ao trabalho. Apaixonado, obcecado pela arte. Do lado de fora fica Marta, à espera. Sufocada entre as paredes da sala, ela suplica e exige migalhas de carinho, um pouco de atenção. Apaixonada, obcecada pelo marido. O público é convidado a mergulhar na alma de uma mulher aparentemente jovem, mas com espírito visivelmente velho, que depositou no marido toda a razão de sua existência. Texto e atuação: Georgina Castro / Direção: Marcelo Galdino.

Local: Teatro / Duração: 40’

23h30 – Lançamento do livro “Tinha uma coisa aqui” – Ieda Magri (SP)

“Tinha uma coisa aqui” explora, entre outras coisas que ficarão a cargo da sensibilidade de cada leitor, a dificuldade de amar e de ser amado em todas as acepções dessa palavra que vai perdendo o sentido numa época de competições extremadas. Ieda Magri nasceu em 1977 numa cidade catarinense que não consta do mapa. Hoje mora no Rio de Janeiro e faz doutorado em Literatura Brasileira pela UFRJ onde desenvolve tese sobre a obra de João Antônio. Tem alguns contos publicados em antologias, mas esse é seu primeiro livro.
Local: Galeria

23h30 – Show da Banda Nacacunda (CE)
Local: Em frente ao Sesc

00h – As Rosas – Grupo 3×4 de Teatro (CE)

Inspirado no conto A Imitação da Rosa, de Clarice Lispector, o espetáculo retrata a história de uma mulher, Laura, recém-chegada de um sanatório, e que vive uma angústia: esperar pelo marido para ir jantar com os amigos. Neste entremeio a personagem mostra-se forte e decidida, disfarçando a sua fragilidade e os conflitos de identidade. Isto é ainda mais enfatizado quando de repente a personagem dá-se conta de um vaso com rosas vermelhas e bonitas que estão em sua sala. As mesmas a enlouquecem, visto tamanha feminilidade e virilidade que elas têm, desafiando a personagem. Assim, Laura resolve envia-las à sua amiga Carlota através de Maria, sua empregada. Deste modo, Laura entrega-se à loucura. Para espanto do marido que, ao chegar em casa, percebe haver muito mais na loucura de Laura e na beleza daquelas rosas. Texto: Silvero Pereira e Jacqueline Peixoto (adaptação do conto A Imitação da Rosa, de Clarice Lispector) / Direção: Silvero Pereira / Interpretação: Jacqueline Peixoto.

Local: Galpão das Artes / Duração: 50’

00h – Dentro da Noite – Teatro de Anônimo (RJ)

Inspirado no conto de João do Rio, “Dentro da Noite” é um duo de trapézio onde um casal se relaciona como se estivesse em uma gafieira. O desejo que existe entre os dois gera movimentos poéticos e situações de encontros e desencontros. Música, figurino e o jogo dos personagens transportam o espectador a um outro tempo, rodeado pela atmosfera das ruas de um Rio Antigo, nostálgico e apaixonado. Direção: André Simard / Trapezistas: Maria Angélica Gomes e Regina Oliveira.

Local: Piscina / Duração: 7’

00h – Dentro de mim é muito escuro – Grupo CEM (CE)
Local: Sala de aula (3ª série) / Duração: 30’

00h – Flagrante – Grupo Mirante de Teatro (CE)

Os flagrantes das infidelidades conjugais é encenado em “O Flagrante”, uma adaptação feita a partir de crônicas de Luís Fernando Veríssimo. Contracenam dois casais que flagram as infidelidades dos cônjuges. A cada novo momento, um novo flagrante denuncia a traição. Para criar este clima de sedução, o grupo utiliza elementos do tango – os passos intensificam e marcam cada flagra; o vermelho e o preto são as cores que revelam e ocultam verdades e mentiras. A música também aparece como elemento fundamental para marcação dos flagrantes. Um violino é tocado ao vivo e pulsa junto com os atores. Texto: Rafael Martins (adaptação de crônicas de Luis Fernando Veríssimo) / Direção: Hertenha Glauce / Elenco: Rafael Martins, Daniella de Lavôr, Cícero Teixeira Lopes e Isabelle Araújo / Músico: Marcus Vinícius.

Local: Sala de ginástica / Duração: 12’

00h30 – Porão – Grupo Botija (SP)

Nelson passa dias e noites trancado no porão da casa, pintando quadros. Cercado por tintas e pincéis, cada vez mais entregue ao trabalho. Apaixonado, obcecado pela arte. Do lado de fora fica Marta, à espera. Sufocada entre as paredes da sala, ela suplica e exige migalhas de carinho, um pouco de atenção. Apaixonada, obcecada pelo marido. O público é convidado a mergulhar na alma de uma mulher aparentemente jovem, mas com espírito visivelmente velho, que depositou no marido toda a razão de sua existência. Texto e atuação: Georgina Castro / Direção: Marcelo Galdino.

Local: Teatro / Duração: 40’

00h30 – Flagrante – Grupo Mirante de Teatro (CE)

Os flagrantes das infidelidades conjugais é encenado em “O Flagrante”, uma adaptação feita a partir de crônicas de Luís Fernando Veríssimo. Contracenam dois casais que flagram as infidelidades dos cônjuges. A cada novo momento, um novo flagrante denuncia a traição. Para criar este clima de sedução, o grupo utiliza elementos do tango – os passos intensificam e marcam cada flagra; o vermelho e o preto são as cores que revelam e ocultam verdades e mentiras. A música também aparece como elemento fundamental para marcação dos flagrantes. Um violino é tocado ao vivo e pulsa junto com os atores. Texto: Rafael Martins (adaptação de crônicas de Luis Fernando Veríssimo) / Direção: Hertenha Glauce / Elenco: Rafael Martins, Daniella de Lavôr, Cícero Teixeira Lopes e Isabelle Araújo / Músico: Marcus Vinícius.

Local: Sala de ginástica / Duração: 12’

00h30 – Performance Betão e Naum (BA)
Local: Em frente ao Sesc / Duração: 60’

01h – Engarrafada – Grupo CEM (CE)
Local: Taberna / Duração: 30’

01h30 – Os Sinos – Trupe Vivarte (CE)

Uma casa, uma família, uma morte. O clima denso, deixado pela dor da perda, leva a família a profundas discussões, onde segredos incriminadores vão se revelando aos poucos, gerando um grande conflito familiar. Com uma linguagem cotidiana, a história nos prende com seus segredos e nos faz enxergar algo que está ao nosso redor, escondido pelas paredes do lar.

Local: Teatro

01h30 – Jam Session
Local: Em frente ao Sesc / Duração: 60’

01h30 – O Porco – Grupo Arquipélago (SP)

O original Strategie pour deux jambons, de Raymond Cousse, foi publicado em forma de romance em 1978. Em 1979, seu autor fez uma versão para o teatro encenada por ele próprio. O sucesso foi enorme em toda a Europa. Desde então, a peça vem sendo montada em vários países. O texto retrata um porco que relembra momentos de sua existência. Na reconstituição de sua trajetória, fala de seus antepassados, sua família, sua condição social e seus desejos. Não há metáforas. O que se ouve é o que se fala, ainda que prevaleça um jogo entre o que se expressa e o que se sente. Um jogo que se traduz em um passeio pelo “porão animal do homem a caminho do abate”. Texto: Antonio Andres Lapeña / Direção: Antonio Januzelli / Elenco: Henrique Schafer.

Local: Galpão das Artes / Duração: 50’

02h30 – Mentiras Sinceras – Grupo CEM (CE)
Local: Taberna / Duração: 30’

03h – Fulano e Sicrano – Centro Teatral Etc e Tal (RJ)

Cenas escolhidas do cotidiano e impregnadas de uma linguagem particular, mesclando situações cômicas, gromelô, mímica e a imperdível pantomima literária (narração simultânea a ação em mímica). Os atores se revezam em diferentes fulanos e sicranos imprimindo na cena a precisão da linguagem gestual em sintonia com a comédia popular. Direção e Preparação Mímica: Álvaro Assad / Atuação: Marcio Moura e Álvaro Assad.

Local: Teatro / Duração: 50’

04h – Auto da Barca do Inferno – Grupo Fora do Sério (SP)

Auto da Barca do Inferno é um espetáculo que retrata o momento em que os mortos são recebidos para iniciarem a última viagem, ao céu ou ao inferno. Vários personagens são caracterizados de forma cômica, sem deixar de ser contundente, revelando a miséria humana, as prevaricações, o suborno, a corrupção, as glórias prometidas por Deus na vida eterna. Autor: Gil Vicente / Direção: Jair Correia /
Elenco: André Cruz, Tânia Alonso, Luís de Toledo, Fabrício Papa e Vânia Lucas

Local: Quadra / Duração: 50’


Fonte: Blog oficial da Mostra SESC.



Jorge Mautner e a tribo

Ontem, dia 15, feriado nacional, cheguei cedo ao Crato Tênis Club. De cara, encontrei Manel D’Jardim, que nem sabia do show de Jorge Mautner. Ficamos conversando e de repente aparece Jorge, perabulando à toa. Incontinenti gritei: Salve, Jorge! E ele se aproximou. Manel tomou a dianteira e se apresentou. Cantamos juntos: “o herói tem uma capa de estrela e tem um cinto de cometa". Jorge falou da satisfação de estar no Cariri. Disse que já tinha ouvido falado muito da região, da história, da cultura. Manel o presenteou com o CD de Leninha, do qual foi o arranjador. Jorge retribuiu com o seu cd Revirão. Fizemos as fotos de praxe e ele foi passar o som. Depois, junto com sua alma-gêmea, Nelson Jacobina, voltou para jantar e sentou na mesa vizinha. Chegaram Amélia Coelho, vocalista do Zabumbeiros Cariris e o poeta Hermano Morais, que entregaram a Jorge o cd do grupo. Daí, foram chegando outras figuras carimbadas que foram ver e saudar Jorge: Luciano Brayner, Kaika, Léo Santaguida, Wilson Bernardo, Dane de Jade, Júnior Rivadávia, Uli Germano, Michel, Ulisses Germano, etc e tal.
Vejam a cobertura da noite de ontem do Banquete Dionisíaco da IX Mostra Sesc Cariri de Cultura.

E salve Jorge!


Jorge e Manel

Uli Germano, Girlfriend e Samuel Silva



Hermano Morais, Amélia Coelho e Jorge


Kaika e Jorge


Dane de Jade, a grande responsável e mentora da Mostra SESC


Luciano Brayner


Kate Ann e amiga



Leo Santaguida, wife e Jorge



Nelson Jacobina e Manel D'Jardim


Jorge Pinto e Clarissa

Ulisses Germano


Wilson Bernardo, Jorge e Nelson

Eu e Jorge

BlogHumor - O exercício físico é o primeiro passo para a morte !


Barriga é barriga! - (Arnaldo Jabor)

Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais.
Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte. Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos? Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista, compositor e intérprete baiano é conhecido como pai da preguiça. Passa 4/5 do dia deitado numa rede, bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, leva 10 segundos para percorrer um espaço de três metros.
Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico, completou 90 anos e nada indica que vá morrer tão cedo.
Conclusão: esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde... !!!!! E viva o sedentarismo ocioso!
Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda eternidade para ser só osso!!!
Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA!! Afinal, a baleia bebe só água, só come
peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA!!!
VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!! Você tem pneus??? Lógico, todo avião tem!!!


(Arnaldo Jabor)

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Grupo Teatral "No Buraco" é sensação no Auditório do SESC - Crato


Utilizando a linguagem da pantomima (histórias sem palavras) e técnicas de mímica ilusória, o grupo "No Buraco" apresntou-se ontem, dia 15 de novembro às 22:00 no auditório do SESC - Crato. De teor engraçadíssimo e bastante acessível ao público, a peça se desenvolve atrás de biombos que não deixam transparecer a totalidade do corpo do ator, surgindo os mais diferentes objetos e situações. O público tem a nítida impressão de ‘ver’ os atores flutuando, voando, afundando, caindo, cavalgando.

Inicialmente, se ouviu uma voz anunciando o espetáculo, e a proibição de não ser filmado, fotografado com ou sem flash, a não ser com a autorização dos produtores.
O Blog do Crato foi então à procura da produtora Dane de Jade ( sempre simpática ), que gentilmente nos permitiu fotografar parte do espetáculo que aqui trago para vocês alguns flashes capturados durante o mesmo:






Última foto: "grupo no Buraco" - obtido do website da Fecomércio - divulgação.

Fotos: Dihelson Mendonça

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