Fonte: desconhecido
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Dihelson Mendonça - Administrador

As chuvas que já caíram na região do Cariri este ano chegou a encher o canal do Rio Granjeiro que corta a cidade do Crato. Os agricultores voltaram a ficar otimistas. Chuvas finas voltaram a animar os agricultores que estavam preocupados com o veranico na região
Comunidades foram ouvidas na região do Cariri para formação do plano de Gestão do Geopark Araripe. Crato. Está sendo desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, o Plano de Gestão do Geopark Araripe. O trabalho acontece por meio de oficinas realizadas na Universidade Regional do Cariri (Urca). Para o evento reuniram-se os membros do Comitê Multidisciplinar do Geopark Araripe, na sala da Pós-Graduação de Pedagogia. Os trabalhos são coordenados por Patrício Melo, coordenador geral do Geopark Araripe.
O Cariri é um espaço em movimento. Correm os seus riachos para o mar. Voam seus pássaros sob o fundo branco-azulado do céu com nuvens que está sempre a desenhar as mais lúdicas imagens. A serra aparente estática também se move, com o seu verde às vezes tornando-se azul e, no verão, irradiando focos do rubro fogo e da branca fumaça. No dia-a-dia, ao longo do ano, destaca-se o espetáculo espontâneo do vai-e-vem das pessoas envolvidas no labor, no fervor e no lazer, cujos palcos sãos as ruas, estradas, feiras, romarias, procissões e festas. O povo caririzeiro também está em marcha por terra, paz e pão. Homens e mulheres fazendo história com trabalho, luta e arte. E o sol iluminando todas as cenas com a luz inclemente dos seus raios. E a música perene que serve de trilha sonora e inspira os atores nas suas falas e gestos. O Cariri é todo cinema.
NE - Recebi esse artigo via e-mail do nosso membro e colaborador José Tavares ( Advogado do banco do Brasil em Fortaleza ). Não sabemos se essa informação procede, se tem amparo científico, mas em todo caso, não custa nada seguir.
Toda poluição é prejudicial à saúde. A sinonímia da palavra é muito forte e de grande importância para a saúde da população. Todo ser humano é sensível à poluição sonora e em especial os recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas com alguma enfermidade. Ação ou resultado de poluir é a degradação do meio ambiente causada pela ação do homem ou qualquer outro fator, e que o torna prejudicial à saúde humana (poluição do ar). A situação em que há interferência de fatores estranhos a um equilíbrio sensorial, resultando em desequilíbrio, confusão. Palavra de origem latina pollutio, onis, por via popular e de formação paralela polução. A poluição em epigrafe, a sonora tem efeito perturbador. O perturbador efeito ambiental causado pelo excesso de ruídos ou pela intensidade desses ruídos. As aceleradas industrialização e exploração extrativa de recursos naturais, principalmente a partir da segunda metade do século XX, trouxeram consequências danosas para o meio ambiente, ou ecossistema, ou seja, para o equilíbrio entre as diversas formas de existência e de atuação dos elementos da natureza. Vários encontros internacionais, e várias organizações têm se dedicado a pressionar governos a adotarem política ambiental agressiva e urgente para minimizar até extinguir a poluição.
NE - Um assunto de grande importância - Um tema que jamais pode ser exaurido: "Aborto". Esta é a matéria de hoje do nosso colaborador, Antonio Paiva Rodrigues
O frevo completa em fevereiro cem anos. A data foi oficializada tendo como referência a primeira vez que a palavra "frevo" foi constatada na imprensa, ou seja, em 9 de fevereiro de 1907, no extinto Jornal Pequeno, do Recife, na coluna Carnaval, assinada por Oswaldo Oliveira. A nota (uma descoberta do pesquisador Evandro Rabello) referia-se a um ensaio do clube Empalhadores do Feitosa, do bairro do Hipódromo, e ao relacionar as músicas que seriam tocadas no ensaio do clube citou, entre outras, as marchas Delícias amorosas, O sol, Dois pensamentos e uma intitulada O frevo.
nota na seção Carnaval, do Jornal do Commercio, de 4 de fevereiro de 1921, descreve com precisão o frenesi coletivo que o frevo provoca nos foliões. Note-se também que, embora frevo não fosse ainda a música, mas o seu efeito na multidão, a dança já era conhecida como "passo".
Capiba se destacou nacionalmente, mais pelas composições não carnavalescas: Maria Bethânia (sucesso tão grande com Nelson Gonçalves, que levou um garoto baiano chamado Caetano Veloso a sugerir aos pais que batizassem a irmã com o nome do samba-canção); Serenata suburbana (guarânia gravada por Alcides Gerardi) e Aquela rosa amarela (bossa nova cantada por Maysa). No entanto, Nelson Ferreira (Nelson Heráclito Alves Ferreira, falecido em 1976) pontificou sobre a música pernambucana em geral, e sobre o frevo em particular da segunda década do século 20 até praticamente o ano em que morreu. Sua obra é imensa e infelizmente ainda com muita composição inédita em disco. Nelson Ferreira dirigiu orquestras de rádio, TV (numa época em que a indústria do entretenimento da capital pernambucana rivalizava com as do Rio e São Paulo, entre os anos 40 e início dos 60). Foi também diretor musical e produtor da Gravadora Rozenblit, possivelmente a maior do gênero que já funcionou fora das duas maiores cidades do País.
A partir da criação da Rozenblit, cujo primeiro 78rpm foi lançado em 1953, o frevo teve o seu auge como produto comercial. Até a Rozenblit (fundada pelo comerciante José Rozenblit), os frevos saídos em disco atendiam apenas ao mercado pernambucano, e eram escolhidos de uma forma arbitrária. Representantes das grandes gravadoras, principalmente a RCA Victor, reuniam-se no Recife com lojistas e escolhiam as composições que supunham as melhores. Essas só seriam gravadas se as encomendas atendessem a pelo menos mil cópias de cada disco. As partituras eram em seguida levadas ao Rio de Janeiro, e gravadas por nomes famosos do rádio, com as melhores orquestras disponíveis. O resultado, porém, raramente agradava aos pernambucanos. É certo que tocavam no rádio, eram comprados pelos poucos que possuíam toca-discos, mas era um frevo frouxo, que pouco se diferenciava dos dobrados, mesmo que talentos como Pixinguinha não poucas vez estivessem por trás dessas gravações.
A Spokfrevo Orquestra foi fundamental para reaproximar os mais jovens do frevo. É emblemático que a primeira ação da prefeitura para comemorar o centenário do frevo, foi um projeto que está levando toda as sextas-feiras grupos pop, do manguebeat e pós mangue e fazerem shows com um repertório de frevo. A cena pop do Recife finalmente descobriu o frevo. É esperar que gostem da experiência e levem a "marcha pernambucana" a comemorar muitas e muitas décadas de folia. 






Parece estranho falarmos de cangaço e termos que recorrer a conceitos próprios do ambiente empresarial moderno; mas, nos aprofundando um pouco mais na história intrigante de Virgulino, não nos parece exagero considerar que já naquela época o engenhoso bandido das caatingas conhecia muito bem o valor do Marketing Pessoal, a Política da Boa Vizinhança, Lobby e Tráfico de Influência, até mesmo noções de Logística Empresarial; na verdade não conseguimos conceber um reinado tão extenso de uma vida fora da lei em circunstâncias tão adversas, sem que boa parte desses conceitos não fizesse parte da mente prodigiosa de Lampião.
Desde cedo pela própria profissão da família, Virgulino e os irmãos passaram a conhecer toda a região e fazer um grande ciclo de relacionamentos, que mais tarde, unido a ingredientes como o medo e o favor, seriam de muita valia. Sem falar que essa espetacular rede de “apoiadores”, formada de gente miúda e graúda, foi fundamental para a sobrevivência por tanto tempo do famoso grupo.
As condições inóspitas e hostis da caatinga exigiam, além da extrema capacidade física, um exagerado instinto de sobrevivência. Comida, água, descanso, dormida, eram luxos muitas vezes esperados por dias a fio. Andanças intermináveis, muitas vezes em círculos, passando por vários estados em poucos dias carecia de um mínimo de organização e senso de direção.
Outro fator preponderante era o acesso à munição. Até os mais próximos do grande chefe do grupo, não sabiam de onde vinha tamanha carga de armamento, inclusive recebendo o que havia de mais moderno na época, exclusividade que nem as forças policiais recebiam.
Penso que o maior de todos os diferenciais entre Lampião e os outros grandes chefes do cangaço, como Jesuíno Brilhante, Antonio Silvino e mesmo Sinhô Pereira, sem dúvidas era o seu cérebro privilegiado. Mesmo compreendendo a posição de amigos pesquisadores quando defendem a desconstrução do mito de que Lampião não tinha nada de estrategista militar e que seu sucesso e longevidade na vida cangaceira se deveu a uma “mistura de incompetência e corrupção, por parte dos governos, e instinto de sobrevivência da parte dele, Lampião”; as espetaculares técnicas desenvolvidas para a “guerrilha” na caatinga, muitas vezes foram determinantes para salvar vidas e vencer batalhas, muitas delas beirando ao absurdo do desequilíbrio de forças, como a de Serra Grande onde uma força volante de perto de 400 homens não conseguiu dá cabo do grupo cangaceiro com pouco mais de 70 cabras, que se valiam desde o ousado enfrentamento em nítida desvantagem, à retirada estratégica quando lhe era conveniente, muitas vezes o bando simulava o abandono do embate e voltava pela retaguarda e encontrava a força volante totalmente desprevenida.
Na verdade, o próprio estilo de vida cangaceira; uma espécie de nômade das caatingas, o profundo conhecimento da região e suas sólidas redes de apoio logístico, lhes conferiam um grande poder de mobilidade, como também maiores condições de escaparem da polícia.
No Cangaço de Virgulino, cada peça ocupava seu lugar!
Um dos maiores cuidados do grupo era evitar o movimento pelas estradas, e mesmo dentro da caatinga tomavam cuidados excessivos com relação aos rastros. O ato de andar em fila indiana, todos seguindo na mesma pegada, o fato de calçar alpercatas com o salto na frente e o último do grupo apagar as pegadas com galhos de plantas eram providências costumeiras para dificultar o trabalho dos rastreadores das volantes, o cuidado em acender o fogo para a comida e até mesmo em enterrar os restos de animais sacrificados e restos de comida eram costumais, além do uso de cães para a sentinela e um entrançado de fios e chocalhos ligados entre si pela catinga, para denunciar a presença indesejada. Ao invadir os lugarejos o primeiro alvo eram sempre os fios do telégrafo.
Outra tática que visava confundir o trabalho das volantes era não deixar os corpos de seus companheiros abatidos em combate, quando era inevitável, cortavam as cabeças dos mesmos para evitar que fossem identificados. O grupo também possuía o hábito de para os novos membros adotar a alcunha ou apelido de outro companheiro morto, também na intensão de confundir a polícia, perpetuando o personagem abatido.
Dessa forma não seria exagero nenhum, declinar Virgulino Ferreira como um dos cérebros mais privilegiados de sua época, razão sem dúvidas que permitiu seu “reinado” por quase vinte anos; de sua simpática Vila Bela em 1918 até o fatídico julho de 1938, em Angico.






Adversários políticos declarados, PT, PSDB e DEM se uniram para contestar a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que trata das doações ocultas nas eleições. Em petição conjunta, os partidos sugerem mudanças no texto da resolução para manter as doações sem identificação dos candidatos beneficiados. Atualmente o mecanismo para realizar as doações ocultas é o seguinte: os financiadores repassam os valores para os partidos, sem identificar os candidatos que receberão as quantias, e os partidos fazem a distribuição dos recursos aos políticos nas eleições sem revelar a fonte dos financiamentos.
I Encontro inicia uma série de reuniões para fomentar a produção literária regional e o seu fortalecimento. Divulgar a produção de textos e músicas populares no Cariri no cenário nacional é uma das metas do setor.
Está sendo desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, o Plano de Gestão do Geopark Araripe. O trabalho terá continuidade hoje, na Universidade Regional do Cariri (URCA). Na ocasião, estarão reunidos os membros do Comitê Multidisciplinar do Geopark Araripe, na sala da Pós-Graduação de Pedagogia. Os trabalhos são coordenados por Patrício Melo, coordenador geral do Geopark Araripe. A primeira etapa do Plano foi ouvir as comunidades, através de seminários locais, que estão inseridas nas áreas dos nove geosítios, nos seis municípios que integram o Geopark Araripe. Durante os dois dias de oficina, o plano está sendo consolidado e as ações até o ano de 2012 definidas, incluindo um Plano de Emergência, que leva em conta as ações de infraestrutura que deverão ser iniciadas a partir de março deste ano, nos locais onde estão os geosítios. A meta é receber a equipe que integra a UNESCO, prevista para vir à região em julho deste ano, e as questões prioritárias, relacionadas às exigências do órgão internacional para revalidação do Selo da Rede Global de Geoparks sejam atendidas. O coordenador geral do Geopark Araripe, Patrício Melo, participará nos próximos dias 25 e 26 de uma reunião de trabalho, em Fortaleza, na Secretaria das Cidades, onde serão definidas as ações a serem executadas, por meio do Projeto Cidades do Ceará – Cariri Central, dentro do Plano de Emergência. O Secretário Joaquim Cartaxo, que recentemente esteve na região, com a equipe do Banco Mundial, destacou, junto com a equipe do BIRD, a necessidade de dotar o Geopark de infraestratura. O projeto também insere um trabalho de divulgação, com planejamento de comunicação ampla, conscientização e educação ambiental, envolvendo importantes parcerias, a exemplo do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam).
Por falta de uma política clara do que deve ou não fazer o cidadão nos casos em que é aviltado dentro de seus lares, com a perturbação através de som alto, muitas pessoas podem se dar muito mal ao tentar resolver seus problemas sem o amparo dos órgãos que deveriam dar toda a assistência à comunidade. Não aconselho ninguém a tomar qualquer iniciativa própria !
A lei é bastante clara no tocante a Poluição Sonora: "O volume de som de um veículo automotivo não pode ultrapassar o âmbito do próprio veículo". E também, ninguém tem o direito de perturbar a órdem pública, e fazer o que bem entende como se fossem os DONOS DA CIDADE.


Boris Casoy e Band podem responder por 13 ações de garis na Paraíba
Nota do Editor: Nesta belíssima e enriquecedora matéria, o colaborador e amigo do nosso Blog, Coronel Paiva escreve um ensaio sobre a história do Carnaval, que remonta às festas dos primeiros povos na superfície do planeta. Um artigo que definitivamente, vale a pena ler!
Vejam como a história do carnaval é rica em detalhes. Ela teria surgido em Milão, em 1130, outros falam na França, em 1268. No Brasil o carnaval surgiu na festa feita pelo povo para recebimento da família real. Os nossos patrícios portugueses afirmam que o costume de se brincar no período carnavalesco foi introduzido no Brasil por eles, provavelmente no século XVI, com o nome de Entrudo. Já na Idade Média, costumava-se comemorar o período carnavalesco em Portugal com toda uma série de brincadeiras que variavam de aldeia para aldeia. Em algumas se notava a presença de grandes bonecos, chamados genericamente de "entrudos”. No Brasil, essa forma de brincar — que consistia num folguedo alegre, mas violento — já pode ser notado em meados do século XVI, persistindo, com esse nome, até as primeiras décadas do século XX. A denominação genérica de Entrudo, entretanto, engloba toda uma variedade de brincadeiras dispersas no tempo e no espaço.
Combatido como jogo selvagem, o entrudo continuou a existir com esse nome até as primeiras décadas do século XX e existe até hoje no espírito das brincadeiras carnavalescas mais agressivas, como a "pipoca" do carnaval baiano ou o "mela-mela" da folia de Olinda e nas praias do Ceará. Pode ser reminiscências das festas pagãs Greco-romanas, o carnaval no Brasil através do Entrudo como citamos antes, a brincadeira de rua perigosa, além de suja, violenta do século XVIII. As marchinhas em 1641, no Rio de Janeiro foram evoluindo até a consolidação do samba e das marchinhas a partir de 1930. Os bailes de máscaras de 1835 e os desfiles de carros alegóricos em 1855, as camadas populares e a classe média de então dançavam e cantavam nas ruas ai ritmo de percussão e nos bailes ao som de bandas de música que tocavam polcas, xotes maxixe e até valsas. A partir de 1899, Chiquinha Gonzaga com o “Abre Alas” fez com que o carnaval atingisse o apogeu entre 1930 a 1960.
O grupo de mulheres bonequeiras se reúne debaixo de um pé de manga, no Bairro São Miguel, no Crato. Para Elizete Garcia, as bonecas das artesãs do Crato podem ser importadas para qualquer lugar do mundo. As bonequeiras do Crato receberam nova encomenda para fabricarem peças com visual diferenciado

Nesta segunda-feira (25), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) lançou a campanha "Som sim, Barulho não", que integra o movimento de enfremento à poluição sonora, que já vem sendo trabalhado desde o ano passado. A nova fase da campanha entra em circulação nesta terça-feira (26). Também fazendo parte do projeto, foi lançada, em novembro do ano passado, a cartilha “Silento e o barulho”. Desenvolvida pelo ógão, e trazendo orientações sobre a poluição sonora, o material começou a ser distribuído para a população. De acordo com o promotor de justiça e coordenador do CAOP-Meio Ambiente, André Silvani, a intenção de todo o programa é educar as pessoas para o uso correto dos aparelhos de som. "Essa cultura da poluição sonora já está sendo repassada de pai para filho", adverte.
Segundo o promotor André Silvani a expectativa da campanha é de que, com a massificação da educação correta contra a poluição sonora, o número de denúncias possa aumentar. Porém o promotor é realista quanto aos reflexos da campanha. "Sabemos que não vamos ter resultados imediatos. A gente está tratando de uma questão cultural, e isso não se resolve da noite para o dia", comenta.
O principal caminho para a denúncia de poluição sonora é o telefone do Disque-Denúncia (3421.9595). Este é o canal no qual a população pode reclamar do barulho excessivo e, dependendo do resultado que esta denúncia trouxer, o denunciante pode ser recompensado com até R$ 2 mil.
Baixe a cartilha de Combate à poluição Sonora em PDF
Clique com o botão direito no link acima e mande salvar em seu computador.
Fonte: Jornal do Comércio OnLine
Reportagem indicada pelo comentarista Carlos Almeida
Nota do Blog do Crato: Esta matéria é do Diário do Nordeste. Reparem no tom da matéria. O título acima, é nosso.
O anúncio divulgado em dezembro de 2009 de que em fevereiro próximo voltaria ser realizado, nos salões do Crato Tênis Clube, mais um evento do Carnaval da Saudade, foi o suficiente para deixar em estado de alerta os foliões do Cariri, muitos dos quais residentes em Fortaleza, Recife e tantas outras cidades espalhadas por esses Brasil afora. Às 22h do sábado, dia 06, quase todas as ruas do bairro Pimenta já estavam tomadas de carros sinalizando que, lá dentro, nos salões do CTC, o número de gente seria bem maior... Não deu outra! Numa simples olhadela dava para ver que todas as dependências do velho clube estavam lotadas de piratas, xeiques, pierrôs, colombinas e tantas outras fantasias, típicas dessa folia momina.


























Na manhã deste domingo, 07.02, nas dependências do Pólo de Atendimento Vereador Edvardo Ribeiro da Silva, na sede do Distrito de Ponta da Serra, aconteceu mais uma reunião da AMEPS - Associação do Movimento Emancipalista de Ponta da Serra.
Os pontos principais foram os seguintes: primeiro , o tesoureiro da entidade, Antonio Correia Lima, apresentou a prestação de contas referente ao ano de 2009 e o presidente da entidade, o Dr. Francisco Dionísio Alves, destacou os pontos mais relevantes da Lei que dispõe sobre os Estudos de Viabilidade Municipal para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de Municípios no Estado do Ceará, sancionada, há um mês pelo Governador do Estado, Cid Gomes.
Segundo, o Geógrafo Judas Tadeu e o Arquiteto Ildo Júnior apresentaram o perfil distrital através de slides, destacando a Lei Nº 1.540/94, de 05 de maio de 1994 que criou a atual Divisão Interdistritais do Município de Crato, seguido do mapa oficial.
Num terceiro momento, foi apresentado aos pressentes a equipe de acessores do Deputado Estadual Sineval Roque, composta das seguintes pessoas: a jornalista Karol Martins, o Rafael Noronha e o Sangiorgy Ribeiro, que vieram trazer algumas informações a respeito de como está sendo encaminhado os processos de emancipação, como também, reafirmar a disposição do deputado Sineval de conduzir o projeto de iniciativa compartilhada, deste distrito, à Assembléia Legislativa
Deve-se dizer que o movimento emancipalista já deu início à coleta de assinaturas para o encaminhamento do referido projeto e para o próximo domingo, dia 14, no mesmo local e hora, haverá uma Assembléia Geral Extraordinária que deliberará sobre o modo de como será encaminhado à Assembléia Legislativa do Estado do Ceará o pedido formal de emancipação do Distrito .

A escola tem uma difícil tarefa hoje em dia fruto de um sem números de projetos que seus profissionais tem que trabalhar junto com os alunos e/ou com a comunidade. Projetos que contemplem assuntos que vão da violência, sexualidade até a convivência entre nós seres humanos e o meio ambiente. Aquela escola que visava tão unicamente os conteúdos de cada disciplina parece que morreu. Não é que os conteúdos programáticos tenham sidos eliminados de sala de aula. Agora o professor procura passar os conteúdos de cada matéria e trabalhar assuntos pertinentes que citei acima. E hoje mais do que nunca a escola é talvez o único local de debate e exposição dos grandes problemas que aflige a juventude brasileira.
LIVROS EM PDF - ISSO NINGUEM DIVULGA
Órfã de uma liderança capaz de articular seus interesses junto às diversas esferas do governo e dos mais variados segmentos da sociedade, a Universidade Regional do Cariri (URCA) continua sobrevivendo da benevolência do Governo do Estado, que, diga-se de passagem, tem sido generoso e investido na URCA o dobro do seu antecessor. Falta um representante legítimo, que tenha relação direta com a URCA, alguém que leve as demandas dos estudantes e professores a quem de direito e seja uma voz em defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade. 



























NO CANTEIRO DE OBRAS, em Mauriti, os 40 caçambeiros pararam de fazer o carregamento de areia. Caso a falta de pagamento persista, o cronograma da obra pode atrasar. Ontem de manhã, começou nova paralisação de caçambeiros nas obras da transposição
A AUDIÊNCIA PÚBLICA objetivou apresentar e debater o projeto da nova Central de Abastecimento. Mais de R$ 7 milhões estão sendo investidos na Ceasa do Cariri, já em obras no município de Barbalha